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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

AMOR NO LAR


Nunca fiquem ambos zangados ao mesmo tempo.
Nunca lancem no rosto um ao outro um erro do passado.
Nunca se esqueçam das horas felizes de quando começaram a se amar.
Nunca se encontrem sem um gesto de boas-vindas.
Nunca usem indiretas, quer estejam sozinhos, ou na presença de outros.
Jamais gritem um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo.
Procure cada um se esforçar ao máximo para estar de acordo com os desejos do outro.
Seja a renúncia de si mesmo o alvo e a prática de cada dia.
Nunca deixem o sol se pôr sobre vossa zanga ou ressentimento.
Jamais dêem ensejo a que um pedido razoável tenha de ser feito duas vezes.
Nunca façam um comentário em público, que possa magoar o outro. Pode ser engraçado às vezes, mas fere.
Nunca suspirem pelo que poderia ter sido, mas tirem o melhor partido daquilo que é.
Não censurem nunca, a não ser que tenham a certeza de que uma falta foi cometida, e mesmo assim, falem sempre com amor.
Jamais se separem sem palavras amáveis, nas quais pensem enquanto separados.
Não deixem que nenhuma falta cometida fique sem ser confessada e perdoada.
Não se esqueçam de que o lugar mais próximo do céu na terra é aquele em que duas almas se correspondem no altruísmo.
Não fiquem satisfeitos enquanto não estiverem certos que ambos estão trilhando o caminho estreito e reto, um ajudando o outro.
Jamais se esqueçam de que o casamento foi estabelecido por Deus e que só a Sua bênção pode torná-lo o que deve ser.
Não permitam que esperanças terrenas os distanciem do lar celestial.

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