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domingo, 3 de maio de 2020

LIBERTOS DO PECADO PARA UMA NOVA VIDA EM CRISTO


 LIÇÃO 5
3 de Maio de 2020

LIBERTOS DO PECADO PARA UMA NOVA VIDA EM CRISTO

TEXTO ÁUREO
Mas Deus que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo [...}” (Ef 2.4,5).

VERDADE PRÁTICA
Por meio da maravilhosa graça divina fomos libertos do pecado, perdoados e salvos da condenação e, ainda, recebemos o direito à vida eterna.

Leitura Bíblica em Classe -  Efésios 2. 1-10
Hinos sugeridos  - 20,111, 116, 277

Objetivo Geral  - Revelar que a graça salvadora de Cristo nos garante a vida eterna.
Objetivos específicos
I.      Refletir sobre nossa natureza pecaminosa;
II.    Explicar que fomos vivificados pelas graça de Deus;
III.  Informar que nossa salvação vem de Deus e não das obras.

INTRODUÇÃO
A presente seção da Epístola aos Efésios apresenta relevantes aspectos doutrinários da salvação. Nesse trecho da carta, o apóstolo apresenta a graça, o favor imerecido de Deus aos homens. O comentário do Novo Testamento, CPAD, diz que os versículos de 1-7, trata-se de uma única sentença em grego, e o sujeito dessa sentença é “Deus” (2.4). Aqui há três verbos principais (1) “nos vivificou” (2.5); (2) “nos ressuscitou dos mortos” (2.6); e (3) “nos fez assentar com” (2.6). O objeto de cada um desses verbos é “nos”, referindo-se aos crentes. Deus nos  vivificou, nos ressuscitou, e nos assentou junto com Cristo.

I.      A ANTIGA NATUREZA MORTA EM OFENSAS E PECADOS

O pastor Elienai Cabral, divide esse texto em três tempos – presente, passado e futuro. Veremos o que éramos, o que somos e o que seremos.  No início da Epístola, o apóstolo lembra que antes da regeneração estávamos mortos em ofensas, pecados e éramos por natureza “filhos da ira” (2.1-3). Isso tudo ficou no tempo passado.
1.      Nossa condição anterior. Sabemos que esse texto do capítulo 2, é uma continuação dos versículos 19-23, do capítulo 1, que fala do poder de ressurreição concedido ao corpo de Cristo, a igreja. Esses crentes, que agora fazem parte desse glorioso corpo, chamado igreja, algum dia estiveram mortos e condenados, isso, antes do seu encontro com Cristo. Na verdade, o nosso estado era que “éramos mortos em nossas ofensas e pecados”. A palavra usado por “pecado” é hamartia, que tem como significado “errar o alvo”. O estado anterior, não é nada alentador. Ao ser diagnosticado pelo médico, ele declarou morto em ofensas e pecados. Paulo já tinha advertido aos Romanos, dizendo: “Porque o salário do pecado é a morte...” (Rm 6.23). Deus disse a Adão: “...porque, no dia que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.17). A morte espiritual é um estado de torpor espiritual. As pessoas que estão espiritualmente mortas não tem comunicação com Deus (Is 59.2). São insensíveis à voz de Deus, e estão alienadas ao seu Criador (Tg 1.15). “Mas a que vive em deleites, vivendo, está morta” (1Tm 5.6).
2.      Nossas ofensas e pecados. São mortos que andam, falam, etc. mas estão mortos. Deus os vê como mortos. Da mesma forma que há o caminho do justo, há também o caminho do ímpio (Sal 1º). A má conduta “em que noutro tempo, “andastes” é descrita por Paulo por meio da metáfora do ato de “andar”. Não é algo passageiro, mas sim, um caminho que os ímpios estão andando por ele. Paulo fala que:
2.1.      Andaste segundo o curso desse mundo (2.2b). O que o apóstolo está dizendo aqui, é que os que estão sem Cristo, tem um modo de vida aceito por este mundo, como imoralidade, o furto, a mentira, o ateísmo, os vícios, etc. (Ler Rm 12.2,3). O salvo não deve ser autoindulgente, quer dizer, não deve se auto perdoar, ou ser conivente com seus pecados, como fazia a igreja de Laodiceia (Ap 3. 14-20).  
2.2.      Continua o Apóstolo “Andaste, [...], segundo o príncipe da potestade do ar” (2.2c). Aqui é uma alusão direta a satanás que tem o comando sobre os poderes do mal (Jo 12.31). Satanás governa um reino espiritual do mal – os demônios e aqueles que são contra Cristo (Ef 6.12). Ele é também chamado por Paulo de “O deus deste século” (2Co 4.4). Diz mais:
2.3.      Andamos fazendo a vontade da carne e dos pensamentos” (2. 3); (Ler Ef  4.17-19). Todos nós, (judeus e gentios, da mesma forma) fomos, em algum momento, separados de Deus por causa da desobediência, e éramos por natureza filhos da ira. Essa natureza nos coloca sob a ira de Deus. Quando cremos em Jesus como nosso Salvador, essa natureza não morre, ela continua existindo em nós; porém, quando submetemos a nossa vida ao Espírito Santo, Ele transforma tanto a nós como a nossa natureza pecaminosa.
2.4.      "filhos da ira" são todos aqueles que, por seu pecado, estão sob a ira de Deus. A ira divina é a santa indignação do Todo-Poderoso contra o pecado. Entretanto, deixam de ser "filhos da ira" os que se colocam debaixo do sangue expiador de Jesus Cristo. Uma pessoa crente que se deixa dominar pelas concupiscências da carne obriga o Espírito de Deus a retirar-se do seu interior e, automaticamente, a ira de Deus se manifesta contra essa pessoa, por ter Deus sofrido um agravo à sua santidade. A santidade de Deus se levanta como uma barreira contra a possibilidade do peca­do. Podemos identificar essa barreira como sendo "a sua ira" (Rm 1.18). "Éramos por natureza" assinala um estado natural, inato no pecador, que se expressa com características próprias e ativas. Elienai Cabral, Comentário Bíblico, Efésios, CPAD.
Até aqui, estamos falando do estado passado dos crentes. Apesar de ser passado para os crentes em Jesus, é ainda um estado presente, para muitos neste mundo. O apóstolo João disse que “o mundo está no maligno” (1Jo 5.19). O pecado como natureza, (Ef 2.3): “éramos por natureza filhos da ira” indica a “sede” ou a sua “localização” no interior da pessoa, como a origem imediata dos pecados. Por isso a necessidade do novo nascimento, para que a nova natureza venha substituir a velha natureza (Jo 3.3-7).

II.    VIVIFICADOS PELA GRAÇA

O ato de vivificar-nos, foi um ato da total misericórdia e bondade de Deus para conosco, pois no estado que estávamos, nada poderíamos fazer a não ser continuar naquele estado de morte.

1.    Alcançados pela misericórdia e pelo amor divino. Mas Deus”. Essas duas palavras, parece até ser uma simples conjunção adversativa não é mesmo? Mas não é. Por detrás delas está um plano cósmico tão grande no escopo (alvos) e tão vasto em amor, que a mente humana não consegue compreendê-lo por completo – tudo o que podemos fazer é recebe-lo com muita humildade. Porque Deus fez isto? Porque “Deus é riquíssimo em misericórdia...” (Ef 2. 4). Da mesma forma que Ele é rico em graça (1.7), também é rico em misericórdia. O superlativo “riquíssimo” indica a abundante natureza da misericórdia de Deus. O que merecíamos era somente a ira de Deus, “mas Deus”, invés de nos tratar com ira, nos tratou com sua misericórdia. O que é misericórdia? É um atributo de Deus, às vezes chamado de “graça” ou “compaixão”. Esta palavra descreve a exteriorização do amor de Deus pelas pessoas e é mostrada em sua bondade em relação a elas, mesmo que elas não mereçam. Foi a magnitude do amor de Deus, que motivou a nossa salvação (Jo 3.16; Rm 5.8; 1Jo 4.9).
2.    Vivificados por sua graça.Estando nos ainda mortos em nossas ofensas e pecados, nos vivificou juntamente com Cristo (Pela graça sois salvos)” (Ef 2.5). A única maneira daqueles que estão mortos espiritualmente, se relacionarem com Deus é sendo vivificados, quer dizer, nascendo de novo (Jo 3.3). E Deus, é a única pessoa que pode fazer isso, e que Ele fez através de Cristo. Cristo derrotou o pecado e a morte através da sua morte e ressurreição, e assim, ele pode oferecer vida espiritual aos que estão mortos no pecado (Rm 8.1-3).
3.                  Exaltados por sua graça. Não existe mérito nenhum nosso em todo esse processo; tudo foi mérito de Deus, na pessoa de seu filho Jesus Cristo, através de sua graça (Não há lugar para a exaltação do homem na salvação). Além de nos ressuscitar e nos dar vida, Deus nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo (2.6). Nosso comentador, o pastor Douglas, relaciona esse “juntamente”, aos benefícios alcançados por Cristo, a saber: A ressureição, a vida eterna e o galardão nos céus (1Co 15. 3-8,20-25). O quanto estar assentados nos lugares celestiais, em Cristo Jesus, o Comentário do Novo Testamento, CPAD, nos diz: “Cristo tomou seu lugar à direita do Pai, indicando a consumação da sua obra e a vitória sobre o pecado. Cristo foi exaltado pelo grande poder de Deus (1.20). [...] esta passagem em Efésios nos ensina que estamos assentados com Cristo agora. Nós compartilhamos a vitória de Cristo agora. Está visão da nossa situação atual deve nos ajudar a enfrentar a nossa tarefa e provações com maior esperança! Os crentes com herdeiros do reino juntamente com Cristo, são espiritualmente exaltados a partir do momento da salvação. Nós temos uma nova cidadania – nos céus, não apenas na terra”. Somente não podemos esquecer, que tudo isso, todos esses privilégios concedidos e conferidos aos crentes, é pela graça imensurável de Deus, o favor divino imerecido (1Co 1.31; 2Co 10.17).

III.    A SALVAÇÃO NÃO VEM DAS OBRAS

É fato incontestável que nossa salvação não vem pelas obras. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8). Pode até alguém achar que porque ele creu, ele fez alguma coisa, Paulo acrescenta dizendo: “não vem de vós; é dom de Deus”.  Quer dizer, até o crer é dom de Deus, e ele diz mais “Não vem das obras para que ninguém se glorie” (Ef 2.9).
1.    A graça como meio de salvação.  Paulo é claro quando o assunto é salvação. Nada, mais absolutamente nada é criado, ou da autoria do homem: a salvação, a graça, nem mesmo a fé, exercida para receber a salvação. Tudo é um presente de Deus. A salvação não vem da nossa autoconfiança ou individualismo, mas da iniciativa exclusiva de Deus. Por isso charis – favor imerecido. É um presente para ser aceito com gratidão (Rm 3.24-28; 1Co 1.29-31; Gl 2.16). A salvação inclui a libertação da morte, da escravidão do pecado e da ira vindoura; ao mesmo tempo que permite ao salvo desfrutar de todas as bençãos espirituais descritas em Efésios 2.1-7. A salvação é o livramento do poder do pecado e da morte; e a restituição do homem à comunhão com Deus, uma benção concedida a todos que recebem Cristo como Salvador (Hb 2.15; 2 Co 5.19). Quando a Palavra cai no coração, através do ouvir, entra em ação a graça preveniente, então o homem tem o seu livre-arbítrio acionado, ficando assim capacitado para responder com fé ao chamado da salvação (Rm 10.17; Ef 1.13). No entanto, ele pode responder afirmativamente ou negativamente (Jo 7.17; At 7.51).

2.    Obras como evidencia da salvação. Para falar sobre a dádiva da salvação, como presente imerecido de Deus, Paulo usa duas negações: 1) “Isso não vem de vós” (2.8). 2) “Não vem das obras”. Quer dizer, Deus não está recompensando ninguém com a salvação. Não há nenhum mérito no homem para receber a salvação, foi tudo um ato da graça e da infinita misericórdia de Deus. De nada adiante o homem tentar ser salvo por meio de suas obras. Porém, não podemos esquecer do versículo de número 10, “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”. Precisa ocorrer uma transformação na vida do crente salvo. As coisas velhas já passaram (2Co 5.17). Se antes “andastes segundo o curso deste mundo”,  agora, Deus preparou as boas obras, para “que andássemos nelas”. É um novo rumo, um novo caminho, uma nova história (Ef 4.17-32).
CONCLUSÃO
Refeitos, podemos agora andar num novo caminho e fazer as boas obras. O fazer boas obras independe da vontade do regenerado, porque é parte de sua vida nova. Isso está em consonância com o objetivo da nossa eleição, conforme está escrito: "... para sermos santos e irrepreensíveis perante Ele" (Ef 1.4). Antes éramos filhos da ira, mas agora, somos “filhos por adoção”, e devemos praticar as boas obras, para que o nosso Pai que está nos céus, seja glorificado (Mt 5.16).
Amém

Pr Daniel Nunes da Silva

domingo, 19 de abril de 2020

ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO


Lição 03

TEXTO ÁUREO
Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1.4,5).

VERDADE PRÁTICA
Segundo a sua presciência, Deus elegeu e predestinou para salvação os que creriam e perseverariam na fé em Cristo Jesus.
Leitura Bíblica em Classe – Efésios 1.4-12
Hinos sugeridos – 235; 430; 106; 109;

OBJETIVO GERAL
Informar que Deus soube de antemão, por meio de sua presciência, quais pessoas creriam e que, em Cristo, seriam predestinadas a receber bençãos espirituais.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I.            Esclarecer a diferença bíblica entre eleição e predestinação;
II.          Explicar como ocorreu a eleição divina desde antes à fundação do mundo;
III.      Constatar  que a predestinação bíblica retrata as bençãos concedidas aos eleitos.

INTRODUÇÃO
Se tem algo que nós, pentecostais não negamos, são as doutrinas da eleição e da predestinação, vista porém, de um modo diferente do calvinismo. Nossa visão Bíblica dessas doutrinas, alinha-se ao pensamento de Jacó Arminio. Seria então, muito bom, darmos uma refrescada nas mentes de nossos ouvinte, sobre o FACTS, que  é  o acróstico em inglês,  apresentado pelos remonstrantes no sínodo de Dort. (Remonstrantes, grupo arminiano que criou um documento chamado Remonstrância, que foi levado ao Sínodo de Dort em 1618/09, sob a convocação de Mauricio de Nassau).Vamos trazer já em ordem teológica.
1.    Depravação total    (Rm 3.23)
2.    Expiação para todos (Jo 3.16)
3.    Livre pela graça (para crer) (Ef 2.8)
4.    Eleição Condicional   “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Rm 10.13)
5.    Segurança em Cristo (Ef 1.3-5)
Dentro dessa ordem, como também, baseado em nossa declaração de fé das Assembleias de Deus no Brasil, vamos analisar essas doutrinas, que são essenciais para a salvação de todo e qualquer pecador.
I.  ELEITOS PARA UMA VIDA SANTA E IRREPREENSÍVEL
A dádiva de nossa eleição precede a nossa existência. Roger Stronstad, mestre em teologia no Canadá, escritor de vários livros diz: “Paulo escreve sobre o amplo, abrangente e extraterreno escopo da salvação. Conforme entendido por Paulo, a história redentora começa na eternidade (Deus anteviu) e, por fim, também terminará na eternidade (Deus glorificou) (Rm 8.29,30)”. Para chegar ao estagio de glorificados, quer dizer, sermos em corpo e espírito, literalmente semelhantes ao corpo de Jesus, como escreveu Paulo aos Filipenses  que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso ...” (Fl 3.21), precisamos passar por outros estágios, que somente a salvação, através da pessoa de Jesus Cristo, poderá nos proporcionar, entre as quais está a santificação.
1.    A eleição divina. Entendo ser nesse momento, importante revermos o que diz nossa declaração de fé, quanto a mecânica da salvação. Entre os 16 pontos de nosso cremos, encontramos do ponto 5 ao 8 a seguinte escritura:
CREMOS.
5 – Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da gloria de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaura-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6 – Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8; Ef 2.8,9);
7 – No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8 – Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17).
A palavra eleição do grego eklegoe, refere-se  à escolha feita por Deus, em Cristo de um povo para si mesmo. Veja bem: Não é a eleição de um indivíduo, ou indivíduos, mas de um corpo. Assim como Deus chamou a Israel e não os israelitas de maneira individual. Quer dizer, a eleição que nós pentecostais cremos, é uma eleição corporativa e não individual. Explico ainda melhor: Se alguém estiver em Cristo, como disse Paulo, em 2 Coríntios 5.17, se torna uma nova criatura., se não estiver nEle, nada feito. Arminio define a eleição “como o decreto de Deus em Cristo, pelo qual ele determina justificar e adotar crentes, e os dotar com a vida eterna, mas condenar os descrentes e impenitentes”. Aqui já vamos deixando claras as diferenças entre eleição e predestinação. Se na eleição existe a necessidade de que o homem faça uma escolha (sinergismo), na predestinação essa necessidade é substituída pela decisão de Deus, assim diz Jamierson Oliveira, Arminianismo Puro e Simples, CPAD, 2018.
Nós, como pentecostais clássicos, cremos que Deus elegeu a igreja, para ser santa e irrepreensível (Ef 1.4). Veremos agora os três pontos abordados por nosso comentador:
(1) Em quem fomos escolhidos? A Bíblia de estudo pentecostal, nos explica dizendo: A eleição é Cristocêntrica. A eleição de pessoas acorre somente em união com Cristo. Deus nos elegeu em Cristo para a salvação (Ef 1.4). Efésios 1.1, Paulo diz: “Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus”. Veja a expressão “e fieis em Cristo Jesus”. Os termos “em Cristo Jesus”, “no Senhor”, “nEle”, ocorrem 160 vezes nos escritos de Paulo (36 vezes somente em Efésios). Essa comunhão com Cristo é a coisa mais importante na experiencia cristã. A união com Cristo é uma dádiva de Deus mediante a fé (Gl 2.20).
(2) A eleição é feita em Cristo pelo sangue.Em quem (Cristo), pelo seu sangue” (Ef 1.7). O propósito de Deus, já antes da criação (Ef 1.4). Aqui Paulo emprega a palavra grega proegnõ = saber antes sobre algo “Porque os que dantes conheceu...” (Rm 8. 29). Só Deus poderia fazer essa escolha antes, pois somente ele tem o atributo chamado “presciência”, que é conhecer de antemão aquilo que vai acontecer (Rm 4.17; 1Pe 1.2). A eleição é fundamentada na morte sacrificial de Cristo, no Calvário, para nos salvar de nossos pecados (At 20.28; Rm 3.24-26).
(3) Qual o propósito ou a finalidade da eleição? O proposito eterno de Deus para a igreja é que sejamos “santos e irrepreensíveis diante dele” (Ef 1.4). O povo eleito de Deus, está sendo conduzido pelo Espirito Santo em direção à santificação e à santidade (Rm 8.14; Gl 5.16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito de Deus (Ef 2.10; 3.14-19; 4.1-3,13,14; 5.1-18). É interessante notar que, esse propósito divino não falhará, Paulo diz: “Para apresentar a sim mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (EF 5.27). O cumprimento desse propósito para cada crente dentro da igreja é condicional (Col 1.21-23). Aproveito aqui, para ligar diretamente ao item 3 do primeiro ponto, que enfatiza que a igreja do Senhor deve ser levada a viver uma vida santa e irrepreensível. Quem faz essa obra é o Espírito Santo de Deus na vida de cada crente. O vocábulo grego hagios (Santo), tem por significado, ser separado para Deus (1Pe 1.15,16). Deus exige do seu povo o maior alto padrão de viver ético, moral e piedoso (Gn 17.1).

2.    As condições da eleição. Assim diz a Bíblia de Estudo Pentecostal: A eleição em Cristo é oferecida a todos (Jo 3.16.17; 1Tm 2.4-6; Tt 2.11; Hb 2.9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o dom da salvação em Cristo (Ef 1.13; 2.8; 3.17; Cf Rm 1.16; 4.16). Mediante a fé, o Espírito Santo admite o crente ao corpo eleito de Cristo (A Igreja) (1Co 12.13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Sendo assim, tanto Deus quanto o homem têm responsabilidade na eleição (2Pe 1.1-11).
3.    A nova vida dos eleitos. Parece que há cristãos, que ainda não se aperceberam que sua vida já não pode ser a mesma que ele levava antes de conhecer a Cristo. O salmista Davi nos diz: “Sabei, pois, que o Senhor separou para si aquele que lhe é querido...” (Sal 4. 3). Há um povo na terra que faz parte da igreja eleita do Pai antes da fundação do mundo. Portanto, Paulo exorta aos crentes que condutas, quais sejam, mentira, furto, palavras torpes, amarguras, ira e cólera, devem ser extirpadas do nosso viver (Ef 4.22,25, 28,29,31). Paulo ainda adverte severamente contra a fornicação, impureza, avareza e embriaguez (Ef 5. 3,15,18). Devemos saber, que somente o Espírito Santo pode nos capacitar para vivermos uma vida em santidade diante de Deus. Por nossos esforços, tudo será vão e inútil. Devemos dar completo lugar ao Espírito Santo para que Ele faça essa mudança em nós (2Co 3.18).
Concluo este ponto, deixando alguns textos que provam biblicamente a condicionalidade da eleição (Jo 3.16; 6.40,51; At 13.39; Rm 1.16,17; 5.1,2; 9.30; Ef 1.13; 1Tm 4.10; 1Pe 1.1,2).

II.              PREDESTINADOS PARA FILHOS DE ADOÇÃO
Assim como a eleição, a predestinação foi um ato de Deus na eternidade. Precisamos, agora, entender esse fato acorrido nos arcanos do Pai.
1.    A predestinação. Significa “decidir de antemão” e se aplica aos propósitos de Deus incluídos na eleição. Vem do grego proorizõ, é formado por dois termos, “orizõ”  “determinar” e a preposição “pro” que indica algo feito “antes”, ou seja, predestinar significa literalmente “determinar antes”. Já vimos que a eleição da igreja foi feita em Cristo (Ef 1.4). Sendo assim, diz Paulo aos cristãos romanos: “Porque aos dantes conheceu, também os predestinou para serem conforme à imagem de seu Filho,...” (Rm 8.29). Na Bíblia de estudo pentecostal, em nota de rodapé, neste texto de Romanos está escrito: “Conhecer de antemão é o equivalente a amar de antemão e é usado no sentido de “ter como objeto de estima afetiva” e “optar por amar desde a eternidade”” (Ex 2.25; Sal 1.6; Os 13.5; Mt 7.23; 1Co 8.3; Gal 4.9). A presciência de Deus aqui, significa que Ele determinou desde a eternidade, amar e redimir a raça humana através de Cristo (Rm 5.8; Jo 3.16).
2.Filhos por adoção. Nos diz o pastor Elienai Cabral: “ “E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo". Esse versículo indica que o destino foi determinado antes. A palavra "predestinar" mostra que o destino dos eleitos foi feito na eternidade. A expressão "filhos de adoção por Jesus Cristo" apresenta a posição atual dos crentes. No passado éramos apenas criaturas de Deus, afastadas da sua comunhão, mas pela fé em Cristo (Gl 3.6) fomos recebidos como filhos e conquistamos a posição de filhos legítimos (Jo 1.12)”. Um dos textos mais lindos sobre a adoção de filhos, temos em Romanos  8. 15, onde Paulo se expressa dizendo: “Poque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai”. Nosso comentador, o pastor Douglas nos faz lembrar que essa prática de adoção de filhos, não era uma prática do sistema legal judaico, mas era comum entre os romanos e conhecida entre os gregos. Assim o apóstolo enfatiza que foi agradável a Deus inserir, no plano da salvação, a adoção dos eleitos como filhos “segundo o beneplácito da sua vontade” (Ef 1.5b). Lembrando a todos que “beneplácito” é uma aprovação régia, de autoridade, de instancia superior etc. Mediante despacho.

3.Os privilégios da adoção. Esse ponto é muito parecido com o segundo, porém, há algo mais a ser acrescentado, pois “nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo,...” (Ef 1.5); Aqui, vamos desvendar um pouco, tanto do passado como do presente dos crentes. Sabemos que quando Adão e Eva foram criados, foram feitos filhos de Deus (Gn 1.26), mas por causa do pecado da desobediência a Deus (Gn 3,6,23,24), o homem perdeu essa condição (Rm 3.23). Porém, em Cristo, fomos reconciliados com Deus, eleitos, predestinados e adotados como filhos de Deus (Ef 1.7); deixamos a imagem do Adão terreno e somos agora predestinados a termos a imagem de Jesus Cristo (Rm 8.29). Esse é um predestino de todos aqueles que são chamados e eleitos em Cristo. Não podemos esquecer, que tudo isso somente acontece por causa do filjo amado de Deus (Ef 1.6).

O Comentário do Novo Testamento, CPAD, diz-nos assim sobre a adoção: “Sob a lei romana, os filhos adotados tinham os mesmos direitos e privilégios que os filhos biológicos. Mesmo que tivessem sido escravos, os filhos adotados tornavam-se herdeiros plenos em suas novas famílias. Paulo usou este termo para mostrar a força e a permanência do relacionamento dos crentes com Deus. Esta adoção ocorre através de Jesus Cristo, pois somente o seu sacrifício em nosso favor nos permite receber o que Deus pretendia para nós”. (Volume 2, pg 307).

III.            A SUBLIMIDADE DO PROPÓSITO DIVINO NA PREDESTINAÇÃO
Alguns cristãos, preferem usar a palavra predestinação para falar que Deus predestinou seres humanos, sua imagem e semelhança para serem perdidos, isto é, pessoas que não terão a oportunidade de crerem em Cristo para sua eterna salvação; nos, pentecostais preferimos falar das provisões e bençãos espirituais advindas da predestinação dos eleitos de Deus.
1.    Predestinação e salvação. Não cremos que o Soberano Deus predestinou incondicionalmente pessoa alguma para a condenação eterna, mas, no dizer de Paulo, quando pregava no areópago de Atenas: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30). O mistério da salvação originou-se na mente atemporal de Deus (2Ts 2.13; 2Tm 1.9). Antes de que Deus criasse qualquer coisa, seu plano para nossa salvação já estava pronto.
Das seis vezes em que aparece a palavra predestinação no Novo Testamento (At 4.28; Rm 8.29,30; 1Co 2.7; Ef 1.5,11), nenhuma delas faz referencia a condenação de pecadores. Portanto, não houve uma dupla predestinação em que Deus decretou e escolheu que uns vão para o céu e outros vão para o inferno. Nossa declaração de fé assevera que a predestinação bíblica diz respeito apenas à salvação, sendo condicionada ao arrependimento e a fé em Cristo Jesus segundo a presciência do divina (Ef 1.4,5; 1Pe 1.2). Paulo deixa bem claro, quando fala a Timóteo : “Parque isto é bom e agradável diante de Deus, nosso salvador, que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade” (1Tm 2.3,4).
No subsidio teológico, extraído do Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, nos diz: “O verbo predestinar (proorizo) ocorre seis vezes no NT, uma vez em Atos e as outras nas cartas de Paulo. Esse verbo significa “decidir antecipadamente e se aplica ao propósito de Deus compreendido pela eleição. A Eleição é Deus escolhendo em Cristo um povo para si mesmo, e a predestinação diz respeito ao que Deus planejou, antecipadamente, fazer com aqueles que foram escolhidos em Cristo. Dessa forma, a questão da predestinação não significa Deus decidindo antecipadamente quem será salvo ou não, mas decidindo antecipadamente o que planeja que os eleitos, em Cristo, sejam ou venham a ser”.

2.    Predestinação e o amor de Deus. Podemos dizer que ninguém pegou Deus de surpresa. A salvação já estava engendrada na mente atemporal de Deus, antes mesmo da fundação do mundo (Ef .1.4). Portanto, não foi uma medida de emergência, realizada por Deus. Nada disso, tudo estava dentro dos propósitos eternos de Deus (Ef 1.11). Foi por amor que Deus nos elegeu. Não foi por sermos os mais queridos, os mais amáveis, os únicos escolhidos, como alguém pensa, que é um crente, ou um salvo porque faz parte do grupo seleto dos predestinados para ser salvo. Nada disso; Todos merecíamos o inferno, porém, Deus providenciou o meio de salvação para todos os homens.
Devemos lembrar que cremos em uma expiação ilimitada, porque o amor de Deus é ilimitado! Veja quantos textos comprovam essa doutrina (1Jo 2.2; Is 53.5; Mt 11.28; Jo 1.7,29; 3.16,17; 6.51; 12.47; Rm 3.23,24; Rm 5.6; 10.13; 1Tm 2.3-6; 4.10; Tt 2.11; Hb 2.9; 1Jo 4.14). Crer em uma expiação limitada é aviltar o sacrifício de Cristo Jesus. Normam Geisler comenta dizendo:
Além da ampla fundamentação bíblica, a expiação ilimitada está firmemente baseada nos atributos de Deus, especialmente na sua onibenevolência. A Bíblia afirma que Ele é Todo-amoroso, e, como ser que é Todo-amoroso, Deus, necessariamente, ama a todos. A expiação limitada (em geral) alega que Deus ama somente os eleitos de forma salvífica, como também odeia os não eleitos. Logo, a onibenevolência de Deus é incompatível com a expiação limitada.
3.    Graça preveniente. Como todos pecaram, então o coração do homem não está inclinado para Deus, mas para o mal, totalmente depravado. Então, cremos que há uma ação graciosa da parte de Deus, preparando o homem a tomar uma decisão em relação a Deus. Arminio chamou essa ação graciosa da parte de Deus, de “graça preveniente”, ou “preventiva”, ou ainda “precedente”. Paulo nos diz que “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus” (Rm 10.17). Vejamos alguns versículos que nos assegura sobre essa graça (Jo 6.44; Lc 19.10; Jo 1.9; 12.32; At 17. 26,27; Rm 10.17; Ef 2.8; 2Tm 1.9,10; Ap 3.20; Jr 31.3; Jo 16.7-11; Rm 2.4; Rm 10. 14-17). Todos estes textos nos revelam claramente, que os homens do mundo inteiro serão inescusáveis quanto a salvação, caso venham rejeitá-la (Rm 1.20).


CONCLUSÃO
Cristo morreu por todos e por cada um dos pecadores. Desde a eternidade, segundo a sua presciência, em Cristo, Deus elegeu e predestinou os que creriam e perseverariam na fé a viver em santidade, receber a filiação divina e a desfrutar de todas as bençãos espirituais divinamente estipuladas.
Entendo que seria bom concluirmos dizendo que  a cada dia, a graça preveniente está alcançando vidas. Quero aqui deixar as palavras do pastor Walter Brunelli, em sua obra de teologia sistemática, volume 03, que diz:
Na parábola das bodas (Mt 22.1-14), em que um rei preparou uma festa de casamento para seu filho, ele mandou seus servos convidarem pessoas para as bodas; mas eles tiveram algumas surpresas. O primeiro grupo de convidados não quis participar da festa. Por ordem do rei, os servos foram convidar outras pessoas; entretanto, umas saíram aos campos, outras saíram a cuidar de negócios, não fazendo caso do convite. Por último, o rei, indignado, mandou que os servos saísse, pelos caminhos e convidassem qualquer um que encontrassem. Entre esses, vieram pessoas boas e más. O Senhor concluiu a parábola dizendo: “Porque muitos sãos chamados, mas poucos, escolhidos”.
Os que haviam sido escolhidos não aceitaram o convite, ao passo que aqueles que aceitaram foram chamados de “escolhidos”. O que se depreende da parábola é que “escolhido” são os que aceitam o convite, e não o contrário. É desse modo a eleição – somos eleitos porque aceitamos o convite feito por Jesus. Isso é diferente de dizer que aceitamos o convite porque éramos eleitos a priori. A igreja do Senhor é previamente eleita, assim como é Eleito Israel. A eleição prévia é corporativa, e não individual.

Amém.

domingo, 29 de março de 2020

É VOCÊ SORRINDO


É VOCÊ SORRINDO

É como lírio branco
Molhado pelo orvalho da noite
Perfumado e lindo
É você sorrindo

E como a rosa grande
Gloriosa e bela
Quando a noite vem caindo
É você sorrindo


É como o cravo belo
Pomposo e cintilante
Quando está se abrindo
É você sorrindo

E como o campo longe
Que depois da seca
Recebe a chuva caindo
É você sorrindo


É como a estrela Dalva
Naquela noite limpa
Quando o dia vem saindo
É você sorrindo


É como se o homem andasse
Por uma terra sedenta
E visse uma fonte se abrindo
É você sorrindo

É como o beija flor
Que vai beijando a rosa
E o néctar vai saindo
É você sorrindo

Por isso sorria sempre
Teu sorriso só faz bem.

Daniel Nunes

sábado, 28 de março de 2020

IDOSA DE 90 ANOS CURADA DE CORONA VÍRUS

A obra de Deus em mim ainda não terminou, diz idosa de 90 anos curada do coronavírus

Geneva Woods tem cinco filhos, 11 netos, 12 bisnetos e três tataranetos

Fonte: Guiame/ Com informações do Faith Wire - Foto: Instagram / Reprodução | 26/03/2020 - 12:45
 
A obra de Deus em mim ainda não terminou, diz idosa de 90 anos curada do coronavírus
Uma nonagenária do estado de Washington que foi diagnosticada com o novo coronavírus após um surto recair sobre a casa de repouso onde estava e se recuperou completamente.
Geneva Wood, 90, sofreu um derrame logo após o Natal e morava no ‘Life Care Center’, em Kirkland, onde posteriormente contraiu o COVID-19. De fato, antes de ser infectada pelo vírus, ela estava a poucos dias de receber alta.
Então o surto começou e o Centro foi trancado. Nenhum dos idosos poderia sair de lá.
A família de Wood ficou arrasada ao descobrir que, assim que ela estava se recuperando de um derrame, ela havia sido infectada com um vírus que varria o mundo. Mas a avó de 90 anos tinha uma visão totalmente diferente.
"Vou lutar contra isso pela minha família e deixar todo mundo orgulhoso", disse ela à filha, Cami Neidigh. Wood tem cinco filhos, 11 netos, 12 bisnetos e três tataranetos.
Neidigh descreveu sua mãe como "uma sobrevivente" e uma mulher "muito determinada", mas chegou um momento em que ela estava realmente preocupada que sua mãe sucumbisse ao coronavírus.
“Quando ela caiu e quebrou o quadril, eu sabia que ela ficaria decepcionada e ficaria um pouco deprimida por um tempo, [mas] eu sabia que ela se levantaria novamente e faria de tudo para melhorar”, ela lembrou. “[Mas quando] eles a levaram para Harborview [para um teste de coronavírus] e a isolaram foi quando comecei a me preocupar. Ela precisa da família dela. Ela não fica muito bem sozinha. Eu estava com medo de que ela desistisse. Ela ela estava se recusando [a aceitar a doença], até que o médico nos ligou com preocupações de que eles achavam que ela não iria conseguir e pedindo que nós fôssemos ao hospital ".
Eventualmente, sua infecção progrediu a tal ponto que ela não podia mais receber visitas — mesmo que sua família se vestisse com roupas de proteção, como estavam fazendo. Em vez disso, as enfermeiras organizavam videoconferências duas vezes por dia. A família de Wood estava esperando o inevitável: eles tinham certeza de que ela iria morrer.
Porém, Wood não estava desistindo. Ela continuou lutando contra os sintomas do coronavírus.
Após uma série de testes, em 22 de março, os médicos disseram que seus resultados para o COVID-19 finalmente voltaram negativos. A equipe médica que cuidava de Wood disse que ela estava livre de coronavírus ao entrar no quarto — todos sem máscaras.
Neidigh descreveu a recuperação de sua mãe como "um verdadeiro milagre".
"Nós a abraçamos, seguramos a mão dela e dizemos quantas pessoas ela inspirou", disse ela, notando que entrou no carro e correu para a casa de repouso assim que ouviu as notícias. "Contrair esse vírus não é necessariamente uma sentença de morte para idosos ou qualquer pessoa", continuou Neidigh. “Tenha mais medo de espalhá-lo. É um alerta para cuidarmos uns dos outros. Encontre maneiras positivas de ajudar os outros”.
Nas palavras de Woods, sua cura é a prova de que Deus ainda tem planos para a vida dela.
"Este é um presente de Deus, Sua obra em mim ainda não terminou!", disse ela.
Até o momento, mais de 115 mil pessoas já foram curadas do coronavírus em todo o mundo.
http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/49871/a-obra-de-deus-em-mim-ainda-nao-terminou-diz-idosa-de-90-anos-curada-do-coronavirus.html?fbclid=IwAR0_2PPvqkQ8jPgaZWKo2WvuzjdKQWA2yvYaPCF2kcjgEROC3eZGCsRNgJs

JESUS, O HOMEM PERFEITO


LIÇÃO 12
22 de março de 2020

JESUS, O HOMEM PERFEITO


Texto Áureo
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.52).

Verdade Prática
Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus, o Senhor Jesus Cristo é igual ao Pai e semelhante a nós: sua divindade e humanidade não são aparentes; são reais, perfeitas e plenas.

Leitura Bíblica em Classe – Lucas 2. 40-52

Hinos sugeridos  - 481, 45, 106,

OBJETIVO GERAL
Clarificar que o Senhor Jesus Cristo é igual ao Pai e semelhante a nós, ou seja, divino e humano.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS.
I.                Expor a divindade de Jesus;
II.              Explicar a humanidade de Jesus;
III.            Assinalar a perfeição de Jesus.

INTRODUÇÃO.
Nesse trimestre, foi focado sobre a matéria de antropologia, quer dizer, o estudo do homem. Hoje, no entanto, vamos estudar sobre Jesus Cristo o Homem Perfeito. Não existe outro igual a Ele. Todos os demais seres humanos que já nasceram e viveram e aqueles que ainda hão de nascer e viver sobre a face da terra, o único e inigualavelmente perfeito foi e sempre será o nosso Senhor Salvador Jesus Cristo.
Nossa declaração de fé das Assembleia de Deus, no item 3 diz: Cremos, “No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, e sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo” (Jo 3.1-18; Rm 1. 3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9; 1Tm 2.5).
O credo de Nicéia (325 d.C.) afirma a crença uniforme de todo Cristianismo ortodoxo de que Cristo era totalmente Deus e totalmente homem em uma pessoa. Todas as heresias relativas a Cristo negam uma ou ambas as proposições. Normam Geisler diz: “Apenas isso, como alegação, já o torna singular entre todos os outros líderes ou personagens religiosas que já viveram, o que pode ser comprovado com evidencias factuais”.
Que o Espírito Santo nos ajude a compreender esta maravilhosa e imprescindível doutrina da Bíblia Sagrada.

I.            JESUS, VERDADEIRO DEUS

Neste ponto, será enfocado a divindade de Jesus. Paulo, escrevendo aos Filipenses disse: “que, sendo em forma de Deus, ...” (Fil 2.6). Na Bíblia Hebraica diz: “Apesar de ele viver na forma de Deus, não considerou a igualdade com Deus algo a ser mantido pela força”. Literalmente significa: “Sendo já em forma de Deus”. Diz F.F. Bruce, em seus comentários contemporâneos da carta aos filipenses, “a posse da forma implica em participação na essência”. Aqui há uma prova incontestável da pré-existência de Cristo com o Pai. Em outra passagem Paulo diz: “... que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis” (2Co 8. 9b). A pré-existência fica presumida, de igual modo aqui em Filipenses.
Vejamos outras passagens paulinas, onde Cristo é apresentado como agente na criação: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, seja, potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Col 1.16,117). Vejamos os demais escritores que concordam com Paulo nesta mesma declaração doutrinaria (Jo 1.1-3; Hb 1,2; Ap 3.14). Esse ideia está atada à primitiva identificação cristã de Cristo com a divina sabedoria do AT (Pv 3.19; 8.22-31).

1.    Jesus afirmou ser Iave (YHWH; às vezes aparece em traduções e português como “Jeová” ou em versalete como “SENHOR”. É o nome especial dado por Deus a si mesmo no AT. Foi o Nome revelado a Moisés em Êxodo 3.14 “Eu Sou o que Sou”. Somente o Deus verdadeiro poderia ser chamado de Iavé, nem tão pouco poderia ser adorada (Êx 20.5). O eu nome e sua gloria não podiam ser dados a outro (Is 44.6). Comparemos então – Jo 17.5; Is 42.8 – Jo 10.11; Sal 23.1 – Mt 25.31ss; Jo 5.27; Jl 3.12.
Talvez a reinvindicação mais forte de Jesus, quanto a ser Iavé está em João 8.58: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”. Diz Normam Geisler, “Essa afirmação reivindica não só a existência antes de Abraão, mas igualdade com o “Eu Sou” de Êxodo 3.14”. Os judeus em sua volta entenderam tanto essa declaração, que logo pegaram em pedras para apedrejá-lo por blasfêmia. Vemos outras declarações como esta em Marcos 14.62; Jo 18.5,6. Em Isaías 9.6, Jesus é chamado de Pai da eternidade e de Deus forte.

2.    Jesus afirmou ser igual a Deus. Uma das passagens que nos monstra claramente esse fato, foi quando ele perdoou os pecados do paralítico. “Filho, os seus pecados estão perdoados” (Mc 2.5-11). Os escribas falaram corretamente: “Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?”. E então, Jesus prova que ele poderia perdoar pecados, curando aquele paralitico.
Em João 5.21, Jesus fala claramente, para que todos entendessem o que ele queria dizer: “Pois assim como o Pai ressuscita os mortos e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer”.

3.    Jesus afirmou ser Deus ao aceitar adoração. Os anjos recusaram adoração (Ap 22. 8,9); Os homens de Deus também (At 14.15). Mas Jesus aceitou adoração em muitas ocasiões (Mt 8.2; 9.18; 14.33; 15.25; 20.20; Mc 5.6; Mt 28.17; Jo 20. 17). Em Apocalipse vemos a adoração do universo ao Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Ap 5.9-14).
4.    Jesus afirmou ter autoridade igual a Deus. Jesus colocou as suas palavras no mesmo nível que as palavras de Deus. “Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados... Mas eu lhes digo...” (Mt 5,21,22) é repetido vez após vezes. Ele disse: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35).
5.    Jesus afirmou ser Deus ao autorizar oração em seu nome.  (Jo 15.7; 14.13; Mc 16.17).

II.      JESUS, VERDADEIRO HOMEM

Logicamente que para tornar-se verdadeiro homem, o verbo precisava  encarnar-se. João nos diz: “E o verbo se fez carne e habitou entre nós...” (Jo 1.14).

1.    Ele esvaziou-se de sua gloria mas não de sua divindade. Paulo, falando aos Filipenses diz: “Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fil 2. 7 – ARC); Na ARA DIZ: “Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,...”.
É um testemunho maravilhoso a favor de nosso Salvador. Enquanto o querubim, que não era igual a Deus, e não tinha forma de Deus, quis subir acima das alturas e ser semelhante ao Altíssimo (Is 14.13); Adão não era em forma de Deus, e quis comer do fruto para ser igual a Deus (Gn 3.5); Jesus, existia na forma de Deus, mas não teve usurpação ser igual a Deus. Até porque, Ele ser igual a Deus, jamais seria usurpação, pois ele o é por natureza. Ele usou essa posição para renunciar  a todas as vantagens ou privilégios que a divindade lhe proporcionava, como oportunidade para o auto empobrecimento e auto sacrifício sem reservas.
 A edição Contemporânea diz: “Ele se despojou a si próprio...” Não de sua natureza divina, visto que isso seria impossível, mas ‘das glorias e das prerrogativas da divindade’. Paulo aqui ensina aos crentes em Filipos, bem como a todos nós: Assim como Cristo deixou de lado seus próprios interesses, por amor às pessoas, o mesmo deveria fazer todo cristão.
Cristo “esvaziou-se”, assumindo a forma de servo (escravo). Ele não trocou sua natureza (ou forma) divina pela natureza (ou forma) de um escravo: significa que ele demostrou a natureza (ou forma) de Deus na natureza (ou forma) de ume escravo. O ocorrido em João 13. 3-5 ilustra bem isso.
Acho simplesmente linda, excelente um verso de um poeta por nome Milton, citado por Kenneth C. Fleming, em seu livro “Ele humilhou-se a sim mesmo, que diz:
Aquela forma gloriosa, aquela luz inefável...
Ele tudo deixou de lado para estar aqui conosco,
Abandonou a corte celestial da eternidade,
Preferiu estar aqui, numa casa escura, de barro mortal.

·      Jesus estava no seio do Pai (Jo 1.18), porém, não estava inativo, mas sim trabalhando (Jo 5.17). Ele foi profetizado no Antigo Testamento. Do Gênesis até Malaquias há profecias sobre o nascimento do Filho de Deus (Gn 3.15; 12. 1-3; 49.10; Ex 12.1-7; Nm 24.17; Dt 15.18; 2Sm 7.16; Is 7.14; 9.6; Mq 5.2,5; Ml 4.2).

2.      Jesus nasceu na plenitude dos tempos. (Gl 4.40).
O docetismo (gr. Dokein, “aparentar”) é uma heresia do final do I século que afirmava que Jesus apenas aparentava ser humano. Eles negavam a humanidade de Cristo, mas afirmavam a divindade.  Eles eram opostos do Arianismo, que afirmava a humanidade de Jesus, mas negava sua divindade. Eles já estavam presente no final da época do NT, pois João já exorta a igreja quanto a isso: “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que está já no mundo” (1Jo 4. 2,3).

3.      Provas bíblicas da humanidade de Jesus. O Novo Testamento revela de maneira direta, Jesus como homem: “Porque há um só mediador entre Deus e a humanidade, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2.5).Lucas apresenta Jesus nos dois capítulos introdutórios de seu evangelho ressaltando Seus aspectos humanos ao mencionar família, amigos, vizinhos, Zacarias, Isabel, pessoas comuns vivendo numa comunidade. Joao Evangelista diz: “e o verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14).

a.    Jesus tinha ancestrais humanos. Os evangelhos nos traz a genealogia de Jesus, (Mt 1. 18-25; Lc 2. 1-7).
b.    Jesus teve um nascimento humano. Lc 2.4-7
c.     Jesus teve uma infância humana. (Lc 2.21,23; 41-49,52).
d.    Jesus passou fome humana (Lc 4.2);
e.    Jesus teve sede humana (Jo 4.6,7);
f.      Jesus sentou cansaço humano (Jo 4.6);
g.     Jesus teve emoções humanas (Jo 11.35; Lc 13.34; Jo 2.15).
h.    Jesus tinha linguagem e cultura humanas (Mt 1.1, 20-25; Gal 4.4; Jo 5.5-9, 21,22); Ele foi reconhecido pela mulher samaritana como sendo Judeus, mesmo sem dizer nada a ela sobre sua cidadania (Jo 4.9).
i.      Jesus teve tentações humanas (Hb 4.15; Mt 3; 26.38-42);
j.      Jesus era de carne e osso humanos. Ele quando cortado, sangrava como qualquer humano (Jo 19.34; Hb 2.14).
k.     Jesus sentiu dor humana. A ele foi oferecido um analgésico, onde diminuiria a sua dor, mas ele recusou (Mt 27.34). Sua dor foi física e emocional (Mt 27.46). O escritor aos Hebreus narra seus sofrimentos na carne (Hb 5.7).
l.      Jesus teve uma morte humana (Mt 16.21; Rm 5.8; 1Co 15.3; Hb 9.14).





III.    JESUS, O HOMEM PERFEITO

O nosso comentador pergunta: Afinal, o Senhor Jesus era ou não um ser humano semelhante a nós? Responde ele: Sim, era semelhante a nós e melhor do que nós, pois não estava sujeito que ao pecado original, quer ao experimental.
Esse ponto, da continuidade ao ponto II, pois, continuaremos falando a encarnação do verbo.

1.    A humanidade de Jesus.  A sua humanidade não era aparente, como ensinavam os docetistas, (gr Dokein = aparente), dai o nome. Nem tão pouco era apenas humano, como ensinavam os arianos. Os testemunhas de Jeová são discípulos dessa doutrina herética. Para eles Jesus é um ser criado e não Criador como nos ensina a Palavra de Deus (Jo 1.1-3).
2.    Jesus foi o exemplo de homem perfeito e singular. Ele foi perfeito em paciência, bondade e compaixão. Teve compaixão das multidões (Mt 9.36), a ponto de chorar por Jerusalém (Mt 23.37). Apesar de condenar justamente os fariseus que enganavam os inocentes (Mt 23), não hesitou em falar com líderes judeus que demostravam interesse (Jo 3).
3.    A perfeição espiritual e moral de Jesus. O caráter de Cristo era singular de outra maneiras. Ele demonstrou em grau absoluto as melhores virtudes. Somente Jesus viveu absolutamente o que ele falou em Mateus 5-7.
 Tanto no falar quanto no agir, Jesus era perfeito. Nenhum dolo ou engano achava-se em seus lábios (1Pe 2.21-24). Ele era perfeitamente absoluto em todas as coisas.

4.    Sua singular santidade. Alguns dos inimigos de Jesus trouxeram falsas acusações contra ele, mas o veredicto final de Pilatos no seu julgamento foi o veredicto da história: “não vejo neste homem crime algum” (Lc 23.4). Um soldado na cruz concordou, dizendo: “Certamente, este homem era justo” (Lc 23.47), e o ladrão na cruz ao lado de Jesus disse que “mas este homem não cometeu nenhum mal” (Lc 23.41).
O escritor aos Hebreus escreveu dele dizendo: “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb 4.15). O próprio Jesus desafiou aos seus acusadores: “Qual de vós me pode acusar de algum pecado?” (Jo 8.46), mas ninguém foi capaz de culpa-lo de nada. Assim, o caráter impecável de Cristo dá testemunho duplo da verdade da sua proclamação. A santidade de Jesus foi singular (2Co 5.21; Hb 7.26; 1Pe 1.19; 2.22; 1Jo 2.1; 3.7).

Finalmente meus amados irmãos, Jesus Cristo, foi e é a pessoa singular e chave para a concretização dos planos do Pai no que tange a redenção da humanidade. Paulo escreveu aos Romanos dizendo: “Porquanto, o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne” (Rm 8. 3).
Como nos ensina Stanley Horton: “A força cumulativa do Novo Testamento é bastante relevante. A cristologia não é apenas uma doutrina para o passado. E a obra sumo-sacerdotal de Jesus não é o único aspecto da sua realidade presente. O ministério de Jesus, e de ninguém mais, é propagado pelo Espírito Santo no tempo presente. A chave para o avanço do Evangelho no tempo presente é o reconhecimento de eu Jesus pode ser conhecido, à medida eu o Espírito Santo capacita os crentes a revela-lo”.
Jesus, além de nos salvar através de sua graça e pelo seu sangue remidor, ele nos capacita, enchendo-nos do Seu glorioso Espírito Santo. Só assim, estaremos capacitados a dizer a todos que Jesus é o Senhor (1Co 12.3).
Jesus, finamente, depois de ressuscitado, voltou aos céus, e esse fato, foi presenciado e testemunhado o retorno vitorioso de Jesus aos seio do Pai (At 1.9-11). Ele está vivo (At 1.3), como nosso sumo-sacerdote, Mediador e Intercessor em favor do pecador diante de Deus-Pai.
Deus abençoe a todos.