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domingo, 27 de setembro de 2020

A IGREJA DO SENHOR NA TERRA É UMA IGREJA DE ORIGEM PENTECOSTAL


At 1. 1-8; 2. 1-4 

Por mais que os críticos da atualidade das línguas estranhas tentem, não conseguem deter a marcha pentecostal no mundo. Sabemos que há os exageros dos meninos na fé, porém, não é por isso que vamos extinguir a operação do Espírito Santo na Igreja (1Ts 5. 19). Quem pode conter um rio perene? Consegue-se barrar por um tempo, mais ele acaba por passar por cima de qualquer obstáculo. Ninguém detém um rio perene! (Jo 7.37-39).

Paulo, após ensinar sobre o assunto das línguas estranhas, termina dizendo: “Se alguém cuida ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor. Mas, se alguém ignora isso, que ignore. Portanto, irmãos, procurai com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas, faça-se tudo decentemente e com ordem”. (1Co 14. 37-40).

Era necessário esperar a promessa (vv. 4,5). Que promessa era essa?

a. Promessa de um povo adorando a Deus em outras línguas (Is 28.11);

b. Promessa feita através do profeta Joel do derramamento do Espírito Santo (Jl 2.28,29);

 c. Promessa feita por Joao Batista (Mt 3.11);

d. Promessa feita pelo próprio Jesus (Mc 16.17; Lc 24.49; At 1.8).

Quem deveria esperar a promessa?

a.     Crentes que já estavam armados com poder espiritual (Mt 10.1);

b.    Os que tinham os nomes escritos no livro da vida (Lc 10.20);

c.     Que estavam limpos moralmente (Jo 15.3);

d.    Que estavam em contato com Cristo como ramo ligado na videira (Jo 15.5);

e.     Que conheciam que o Espírito Santo estava com eles (Jo 14.17);

f.      Que tinham sentido o fôlego de Cristo ressuscitado quando disse: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20. 22).

Uma é a experiência da salvação, onde o Espírito Santo opera a regeneração na vida do homem (Jo 3.5,6; Tt 3.5), outra é a experiência do batismo com Espírito Santo, com evidencia de falar em outras línguas (At 19.1-7). É evidente a necessidade que temos de sermos cheios do Espírito Santo para testemunharmos de Jesus (At 1.8; 10.38).

Pentecostes era a segunda grande festa dos Israelitas, que se dava cinquenta dias após a páscoa (Lv 23.17,20), onde as primícias da colheita era oferecida ao Senhor em forma de dois pães. Pães esses que eram movidos diante de Deus. Assim a primícias da Igreja foi movida pelo Espírito Santo cinquenta dias após a páscoa (At 1.3; 2.1).

 A Igreja nasceu em meio a um grande avivamento. Qualquer ambiente que não tenha esse poder, sufoca a Igreja. Ela está em muitas partes do mundo, agonizando, como um peixe fora d’água, por falta da oração e consequentemente do avivamento do Espírito Santo. Spurgeon disse: “Se uma igreja não ora, ela está morta”.

Como a morte e ressurreição de Jesus mudou o conceito de vida dos discípulos! Antes: Procuravam a primazia (Mt 20.20-28); queriam saber quem era o maior (Lc 22. 24); Voltaram para seus trabalhos materiais (Jo 21.2,3).

Depois, buscando a presença do Espírito Santo:

Estavam todos – desapareceram as divisões (Col 3.11);

a.     Reunidos no mesmo lugar – todos queriam estar na presença de Deus;

b.    Dez dias no mesmo lugar – não queriam voltar aos trabalhos, queriam ser cheios do Espírito Santo (Lc 24.49);

 

Um som como de um vento. E, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso” (At 2.2).

a.     O vento na Bíblia é usado como símbolo do Espírito Santo (Ez 37. 9,10);

b.    Na conversa que Jesus teve com Nicodemos, falou da ação do Espírito Santo como um vento que assopra aonde quer (Jo 3. 8);

c.     No pentecostes foi o som de um vento veemente e impetuoso (At 2.2);

d.    No princípio o Espírito se movia sobre a face do abismo (G, 1.2);

e.     Ali no templo estava o exército de Deus (os discípulos), mas murchos, tristes, sem forças, etc. Mas quando chegou o vento do Espírito encheu a todos (1Co 15.45).

Línguas de fogo.  E foram vistas por eles línguas repartidas como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles” (At 2.3).

a.     João falou sobre essa manifestação (Mt .3.11);

b.    Na sarça para Moises, Deus se manifestou com fogo (Ex 3. 1,2);

c.     No altar de Elias ele respondeu com fogo (1Rs 18. 36-38);

d.    A Gloria de Deus nas visões de Ezequiel tinha vento tempestuoso e fogo (Ez 1.4);

e.     Deus é fogo (Hb 12.29);

f.       Uma fábrica fica parada por falta de fogo na caldeira, ou de energia elétrica.

Línguas estranhas. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2.4).

a.     Três vezes no livro de Atos e mencionado o falar em línguas (At 2.4; 10. 44-47; 19.6);

b.     O apóstolo Pedro e seus companheiros somente ficaram sabendo que os gentios da casa de Cornélio, estavam batizados com Espírito Santo, porque eles falaram em línguas estranhas (At 10. 45,46).

c.     Paulo nos diz que falava mais línguas que todos (1Co 14.18).

Os que ainda não são batizados com Espírito Santo, devem orar pedindo esse maravilhoso revestimento do céu.

Amém


O GLORIOSO BATISMO COM ESPÍRITO SANTO

 


Mt. 3.11; Mc 16.17; At 2.1-4; 10. 44-46; 19.6

 

Todo crente batizado com Espírito Santo fala línguas estranhas. Significa dizer que o batismo é o revestimento que o cristão precisa para fazer com mais afinco a obra de Deus (Lc 24.49; At 1.8). A obra principal desse revestimento é a proclamação do Evangelho de Jesus Cristo até aos confins da terra. Vejamos então a importância de ser batizado com o Espírito Santo e falar em línguas estranhas.

1. O crente batizado está revestido de poder (Lc 24.49). Uma pessoa apenas vestida não pode enfrentar temperaturas baixas, mas a revestida tem maior capacidade para frios mais intensos (At 4.31; 19. 11-16);

2. O crente batizado pode orar por problemas que ele nem sabe, nem conhece (Rm 8.26). Com a ajuda dos gemidos inexprimíveis do Espírito Santo, o crente pode estar orando por problemas que ele, em seu sentido natural jamais oraria. Até por pessoas que ele nem conhece, mas o Espírito Santo conhece. Por isso é bom orar em línguas estranhas. Paulo disse que quem ora em línguas ora com seu espírito e não com seu entendimento (1Co 14. 14). Por isso que digo, que há coisas, pelas quais oramos em línguas, que nosso entendimento não sabe que estamos orando!

3. O crente batizado tem uma comunicação direta com Deus (1Co 14.2). Quando ele fala línguas estranhas, mesmo sem ser interpretado por ninguém, ele fala ao coração de Deus com ação de graças e com rogos. Veja que Paulo diz: “Porque se eu orar em línguas estranhas o meu espírito ora bem...” (1Co 14.14).

4. O crente batizado edifica-se a si mesmo no momento que está falando em línguas estranhas (1Co 14. 4). Edifica-se a sim mesmo porque o seu espírito está orando ao Senhor. Os homens não estão entendendo nada, mas Deus está entendendo.

5. O crente batizado com Espírito Santo deve tornar-se mais cônscio da presença, poder e direção do Espírito de Deus em sua vida (At 4.31; 6.5; 9.31; 10.19; 13.2,4,52; 15.28; 16.6,7; 20.23).

Amém

A VIGILÂNCIA CONSERVA PURA A IGREJA

 


Texto Áureo

E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai” (Mc 13.37).

Verdade Prática

Através da vigilância, a Igreja se manterá pura e não se afastará do modelo traçado por Cristo, rejeitando assim as inovações e o mundanismo dos nossos dias.

Leitura Bíblica em Classe  - Mt 25. 1-13

 

INTRODUÇÃO

Chegamos à última lição deste trimestre. Mais uma vez o Espírito Santo quer nos despertar dizendo que o tempo se abrevia (1Co 7.29). Nossa meditação hoje será na parábola de Jesus, escrita em Mateus 25. 1-13, onde encontramos 10 virgens que ouviram o clamor da meia noite (v. 6) mas apenas cinco delas estavam preparadas para o encontro com o noivo. A lição chamará a nossa atenção, para que estejamos devidamente preparados para esse grande dia.

A palavra “vigiar”, a qual encontramos muitas vezes no Novo Testamento, como por exemplo (Mt 24.42; 25.13; 26.41; Mc 13.33,34,37; 14.38; 1Co 16.13; 1Ts 5.6; 1Pe 4.7),  vem do grego gregore, significando: permanecer acordado, seguir alerta,  velar e não dormir, estar vigilante. Também inclui a ideia de estar motivado, de manter a atenção (mente) em uma coisa. Vigiar também tem o sentido de estar atento no “momento certo, justo”. É exatamente na noite, onde vem o maior desejo de dormir, de cochilar, que a voz do Senhor está a nos dizer “Vigiai”; quer dizer: mantenham-se acordados e vigiando (1Ts 5.4-9).

Ligando essa com as demais 12 lições desse trimestre, onde o comentador trata da reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém, vemos Neemias com extrema vigilância para não ser surpreendido por Sambalate e Tobias (Ne 4. 13,16,17,21,,22,23).

Vemos também Elizeu, com grande vigilância, para ver o momento do arrebatamento de Elias, e poder receber a porção dobrada do espírito do Profeta (2Rs 2.9-11).

1.     O crente que vigia, se mantem pronto para o retorno do Senhor Jesus. Ele não sabe o dia nem a hora, por isso mesmo, deve vigiar e estar preparado a todo momento (Mt 24.42-44). Deve estar tão preparado que seus olhos permaneçam abertos olhando se aparecem os sinais da volta de Cristo.

2.     O crente deve vigiar sobre seu ministério e serviço a Deus. Se preocupar em servir fielmente e com sabedoria (Mt 24.45,46).

3.     O crente que vigia, tem cuidado em suas atitudes e conduta (Mt 24.48,49; 2Co 10.3-5; Tt 2. 12,13).

 

 

 

 

I.         MEIA NOITE: O DIA QUE JÁ PASSOU

A meia noite, exatamente as 24 horas, o dia termina definitivamente. Todas as coisas que naquele dia aconteceram ficaram no passado, o dia de ontem. Segundo o pastor Eurico, do ponto de vista bíblico, que terminou, o período de tempo (o dia) que está para terminar se trata da dispensação da graça, ou da igreja (Rm 11.25; Lc 21.24), e no momento que Jesus arrebatar a igreja fiel, este período haverá terminado definitivamente. Vivemos, portanto, os últimos momentos da igreja aqui na terra.

A Bíblia diz que a igreja é a coluna e firmeza da verdade (1Tm 3.15). Grande é a nossa responsabilidade como igreja do Senhor. A noite vem, quando ninguém poderá trabalhar (Jo 9.4).

A Palavra do Senhor usa essa expressão “a meia noite”, ou “perto da meia noite” por várias vezes. Analisemos:

a.     E aconteceu, à meia noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito...” (Êx 12. 29). Meia noite será hora de grande destruição.

b.     Porém Sansão deitou-se até a meia noite, e à meia noite se levantou, e travando das portas da entrada da cidade com ambas as umbreiras, e juntamente com a sua tranca as tomou, pondo-as sobre os ombros; e levou-as para cima, até o cume do monte que está defronte de Hebrom” (Jz 16. 3). Meia noite, hora que as portas estão sendo arrancadas. Portas da ética, da moral, da santidade, do temor a Deus, da vergonha, etc. (cf Sal 11.3).

c.      E levantou-se à meia noite, e me tirou a meu filho do meu lado, dormindo a tua serva, e o deitou no seu seio, e a seu filho morto deitou no meu seio” (1Rs 3. 20). Meia noite, hora que os filhos estão sendo trocados. É hora de estarmos mais atentos aos nossos filhos.

d.     “Mas, à meia noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro” (Mt 25. 6). Meia noite, finda-se o tempo da graça.

e.     “Perto da meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos” (At 16. 25, 26). Meia noite, hora dos grandes acontecimentos de Deus na terra (cf Mc 13.35).

 

II.           MEIA NOITE: INÍCIO DE UM NOVO DIA

Finda-se um dia, é raia um novo. A um hino que cantamos: “Ao raiar do áureo dia, o bom jesus vem nos buscar pra com Ele, sempre estarmos lá no céu ...” 488 HC. Será ao raiar do novo e grande dia, que a igreja triunfante subirá. Oh gloria ao nome do Senhor.

1.     A manhã começará. Um novo dia, o dia da eternidade, cujo inicio se dará quando Jesus chamar para si aqueles que lavaram suas vestes no sangue do cordeiro. Esse é o dia de Jesus Cristo (1Co 1.8; 2Co 1.14; Fl 1.6,10; 2.16).

a.     O Senhor verá o fruto do seu trabalho (Is 53.11).

b.     Os que são do Senhor ressuscitarão, e os vivos serão transformados (1Co 15.52).

c.      Jesus levará a sua noiva para a sala das bodas, onde  Igreja e o Cordeiro se unirão para todo o sempre (2Co 11.2; Ap 19.7; 21.9).

d.     Devemos viver sempre nessa expectativa, dizendo: “Ora vem Senhor Jesus” (Ap 22.20).

2.     A noite vem.

a.     Quando o Senhor levar a Noiva, começará também o “dia da ira do cordeiro”, para o mundo que rejeitou a Jesus (Ap 6. 12-17). Lembremos que, bastou as partes dos dedos de uma mão começar a escrever na parte estucada da parede, para o rei Belsazar tremer as pernas (Dn 5.5,6).

b.     O grande lagar da ira de Deus será pisado sem misericórdia (Ap 14. 9,10; 15.7; 16.1,19; 19.15).

c.      As trevas dominarão a terra (Is 8. 21,22; Ap 6.12; Mt 24.29).

d.     Para os homens que não quiseram dar crédito às Palavras de Deus começará o dia da vingança, e a ira de Deus será executada repentinamente, assim como foi nos dia de Noé (Gn 7.11,12,23; Mt 24.39).

 

III.         MEIA NOITE, A HORA DE TREVAS. Diante das trevas que assolam o mundo, tornando assim, sinal iminente do retorno de Cristo. Essas trevas para o crente, são iluminada pelas gloriosas promessas da Palavra de Deus (2Pe 1.19). Quanto mais escura a noite do pecado sobre a face da terra, mais próximo estamos da vinda de Jesus (Lc 21.28).

1.     A natureza sente as trevas. Quando Jesus morreu, o Sol deixou de brilhar e houve trevas na terra (Mt 27. 45). Hoje, toda a natureza geme, pelas coisas que hão de sobrevir à terra (Rm 8.22,23; Lc 21. 11, 25,26).

2.     Os homens sentem as trevas.  A Bíblia fala de tempos difíceis, quando o homem, em particular, será atormentado por tentações de toda espécie (1Tm 4.1-3; 2Tm 3. 1-9). As perseguições à igreja de Cristo (cristofobia), o ódio aos crentes e a corrupção moral, provam que já anoiteceu há muito tempo (Rm 13.11; Lc 17.28; 21.12,16,17). Os crentes que vivem dos aplausos do mundo não suportarão esses dias (Mt 13.20,21).

3.     As nações estão em trevas.

a.     Há guerras e rumores de guerras (Lc 21. 9; Mt 24.6).

b.     O perigo de guerras nucleares, biológicas e químicas constituem uma sombra ameaçadora, que paira sobre todo o mundo (Lc 21. 25,26). O que estamos passando é uma pequena amostra do que um pequeno vírus, pode fazer com toda a humanidade.

c.      O mundo já se preparou para a maior catástrofe de todos os tempos, a Grande Tribulação (Ap 6.14-17), e não há mais lugar para recuo. As trevas da meia noite já chegaram.

 

IV.        O CLAMOR DA MEIA NOITE, UM BRADO DE ALERTA.

Mas à meia noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo” (Mt 25.6). Este acontecimento, era um costume comum entre os judeus. As festividades matrimoniais, que duravam uma semana, estavam centradas no lar, onde o casal iria viver. O esposo podia chegar a qualquer momento para entrar na casa; porém, sempre ia diante dele um emissário, para dar o brado de alerta: “Aí vem o esposo”. Assim, todos os que estavam esperando, se preparavam para a sua chegada. A noiva, sempre tinha 10 virgens consigo que eram preparadas para sair ao encontro do esposo. Caso o noivo chegasse de noite, elas deviam estar com suas lâmpadas prontas para sair e iluminar o caminho do esposo ao longo das ruas. Esse foi o quadro que Jesus pintou do seu retorno para a sua amada noiva.

Esse emissário que vem diante do Noivo Jesus Cristo, é o Espírito Santo, Ele está clamando e dizendo: “Aí vem o esposo”. Será que estamos ouvindo? Estamos atentos aos sinais dos tempos? Estamos atentos ao cumprimento das profecias? (Lc 21.28,29; 2Pe 1.19).

Fomos chamados por Deus para sermos seus atalaias, e nossa função é despertar o povo (Ez 3. 17-21; Hb 2.1-3). Está chegando a hora, que não diremos mais, Jesus está voltando, porém, a noiva vai exclamar: “chegou o noivo”. Em Mateus 25.10. diz “Chegou o esposo”.

Amada igreja, temos que anunciar ao mundo que Jesus vem breve. Todos nós, obreiros e crentes de modo geral: não nos cansemos de anunciar a volta de Jesus. A igreja precisa se manter em constante vigilância. A igreja de Filadelfia era agradável a Deus, mas precisava “guardar” o que tinha recebido do Senhor, para não perder a coroa (Ap 3.11). É isso que a Palavra de Deus nos ensina, com a ordem “vigiai” (Mc 13. 36,37).

1.     O sono espiritual é um sinal dos últimos tempos.

a.     O sono pode ser causado pela desobediência, como caso do profeta Jonas (Jn 1.6).

b.     Quando obedecemos a Deus somos revestidos do poder do Espírito Santo (At 5.32), para não adormecermos.

c.      A preguiça também causa sono (Pv 24. 30-33).

d.     Quando Davi ficou em casa, enquanto o seu exército combatia, caiu em tentação (2Sm 11. 1,2).

e.     Por isso é uma benção o crente estar muito ocupado na casa do Senhor, servindo-o ali (Mt 24.46).

f.       Esgotamento espiritual por falta de renovação, também pode causar sono (Sal 51.10).

g.     Abraão teve que lutar contra o sono ao pé do altar (Gn 15.12). Quantos dormindo ao pé do altar!

h.     Precisamos do poder de Deus, para ficarmos firmes e resistir a tudo, inclusive o sono (Rm 13.11).

2.     Seremos guardados vigilantes se usarmos os meios que Deus põe à nossa disposição.

a.     Ele nos desperta pela sua Palavra. Jesus despertou os seus discípulos (Sal 39.3; Mt 26. 45,46).

b.     O Espírito Santo nos conserva vigilantes e acordados. Ele é como o óleo na Lâmpada (Mt 25.1-8). Devemos viver uma vida, onde o Espírito Santo tenha inteira liberdade para operar em nós (2Co 3.17), e nos conservaremos preparados para o encontro com o Senhor.

c.      A oração é outro fator de suma importância, para o qual Jesus chamou a nossa atenção (Mt 26.41; Mc 13.33). Por que a oração é um recurso tão importante para nos manter vigilantes? Pela oração vivemos em comunhão com Deus. O rosto de Moisés resplandecia quando tinha estado com Deus (Êx 34. 29). Igualmente, Estevão (At 6.15). A oração é uma arma eficaz contra satanás (Ef 6.18). A oração é finalmente o meio pelo qual recebemos as bençãos de Deus (Tg 5. 14-18). A oração nos enche de sua graça, e nos faz prontos para o grande culto nas nuvens.

 

CONCLUSÃO

Que Deus nos guarde, a todos, vigilantes, a fim de podermos ver, um dia, a glória de Deus. Estejamos atentos à nossa conduta, sempre buscando a santificação e purificação, para que não apareça alguma mancha em nossos vestidos, porque “Qualquer que nEle tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como Também Ele é puro” (1Jo 3.3). Assim estaremos sempre preparados, e um dia o veremos tal como Ele é (1Jo 3.2).

O sentido da expressão “Saí-lhe ao encontro” quer dizer: Prepara-te para te encontrares com o teu Deus (Am 4.12). E nós devemos estar prontos a responder “Já a sua noiva se aprontou” (Ap 19. 7,8). Não vamos deixar para querer preparar nossa lâmpada na hora do grito, vamos estar preparado agora (Lc 12. 35,36).

Amém.

 

domingo, 20 de setembro de 2020

POR QUE QUERER MORRER SE JESUS VEIO PARA DAR VIDA?

 



 

A morte sempre aterrorizou o ser humano. E isso, por uma simples razão: Deus não nos fez para morrermos. Paulo, o apóstolo dos gentios diz que a morte entrou no mundo através do pecado do primeiro homem (Adão), e através dele, passou a todos os homens (Romanos 5.12). Portanto, o homem busca desesperadamente viver. Muitas vezes gasta fortunas para ter mais algumas horas de vida.

Por que então que aumenta tanto a cada dia o número de suicídios no mundo? Certamente um dos fatores que tem levado a dados alarmantes de pessoas que tiram a sua própria vida é a depressão. Uma terrível doença, causada por instabilidade dos elétrons neurotransmissores de energia ao cérebro. Como uma luz, que pouco a pouco vai se apagando, porque a corrente elétrica está defeituosa, sendo preciso então, uma revisão urgente em todo sistema, para que a energia venha a ser distribuída com suficiência e iluminar toda a casa.

Geralmente o ladrão aproveita dias de escuridão, para roubar os bens alheios; Assim também, nesses momentos de instabilidade, o inimigo de nossas almas (diabo), aproveita o ensejo, para saquear o que ainda resta em nossa na casa (corpo): tenta roubar a última esperança de vida, a alegria de viver, o restinho de amor e a fé. Como ele não tem nada o que oferecer, então oferece o suicídio, dizendo ao indivíduo que será a solução para todos os seus problemas. Quando de fato é uma grande mentira. Termina-se os problemas aqui na terra e começa na eternidade.

Jesus oferece uma melhor saída, ele diz: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundancia” (João 10.10). Jesus sim, pode te dar vida. Tanto vida aqui na terra, como vida eterna nos céus. “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia Nele, e ele tudo fará” (Sal 37.5).  JESUS É A VIDA!


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

No salmo 119 encontramos os seguintes efeitos da Palavra de Deus:

 


Dirige nosso caminho – 05

Não nos deixa confundido – 06

Nos leva ao verdadeiro louvor – 07, 164

Purifica o caminho do jovem – 09

Evita o pecado – 11

Traz alegria – 16, 47

Da prazer – 24

Vivifica – 25, 93

Fortalece – 28

Salva – 41

Dá confiança – 42

Traz liberdade – 45

Nos leva a esperar no Senhor – 49

Consola – 50, 52, 76

Nos faz cantar – 54

Traz unidade – 63

Corrige nossos caminhos – 67

É melhor que as riquezas – 72

Nos faz sábios – 98

Dá entendimento – 99

Dá prudência – 100

Nos devia do mal – 101

É alimento – 103

Ilumina nosso caminho – 105

Nos sustenta – 116

Dá luz e entendimento – 130

Ordena nossos passos – 133

Nos traz paz – 165

 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS



Texto Áureo

Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1Jo 4.1).

Verdade Prática

Através dos dons espirituais, a Igreja discerne os espíritos enganadores.

Leitura Bíblica em Classe: Ne 6.10-14; 1Ts 5. 20,21; 1Co 14.29

Na interação com os professores desta semana, há uma afirmação mais que verdadeira: Há espírito de erro atualmente, que se manifestou irrefutavelmente para desestabilizar a saúde espiritual da igreja local. Por isso carecemos da ajuda do Espírito Santo para reconhecer a verdadeira voz de Deus em diversas ocasiões em que participamos. Devemos, portanto, estar em constante vigilância e oração, como disse Pedro: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1Pe 5.8).

Introdução

Na lição passada estudamos as diferentes formas de ataques que o inimigo da obra de Deus usa para lutar contra os servos de Deus. Vamos dedicar essa lição ao estudo de como o inimigo ataca por meio dos falsos profetas. Lembrando desde já aos nossos irmãos, que somos pentecostais e cremos na atualidade dos dons espirituais. Se há os falsos profetas, isso por si só já nos diz que há também os verdadeiros servos de Deus, que são usados por Deus, para edificar, exortar e consolar o seu povo, “Mas o que profetiza, fala aos homens para edificação, exortação e consolação” (1Co 14. 3).

 

I.         CUIDADO COM OS FALSOS PROFETAS

1.    Os samaritanos observaram que os judeus davam muito valor à palavra dos profetas. Lembraram-se dos profetas Ageu e Zacarias, os quais profetizavam com tanta graça que a construção do templo, que havia estado parada por quinze anos, recomeçou imediatamente, e continuou até a inauguração da casa de Deus. Por ocasião da construção do muro, a comunicação entre judeus e samaritanos estava interrompida. Os judeus recusavam as propostas de cooperação dos samaritanos e não aceitavam as visitas deles. Em vista das constantes recusas das suas ofertas de amizade, os samaritanos procuraram então influencia-los por meio de profecias. Subornaram alguns profetas, entre os quais a profetiza Noadias, a fim de atemorizar Neemias, dizendo que ele estava em perigo de morte, e deveria fugir para dentro do templo, para assim salvar a sua vida (Ne 6.10-14)

2.    Profecias que colocam medo e  incentivam ao erro,.  ...Vamos juntamente à Casa de Deus, ao meio do templo, e fechemos as portas do Templo; porque virão matar-te; sim, de noite virão matar-te” (Ne 6.10). Primeiro, o falso profeta sempre induz ao erro. Neemias, não era sacerdote, portanto, não poderia entrar no templo. Lembremos do caso de Uzias (2Cr 26.16,19). Veja o que diz Jeremias: “Nos profetas de Samaria, bem vi eu loucura: profetizaram da parte de Baal e fizeram errar o meu povo de Israel” (Jr 23. 13). Segundo, foi uma profecia para por medo em Neemias. Será que hoje é diferente com os falsos profetas? Quantos que subornam pessoas, com suas falsas profecias. Que Deus nos ajude a termos o dom para discernir os espíritos e prova-los se são de fato de Deus. O exemplo deixado por Balaão prova que qualquer profeta que aceita o suborno, ou recebe dinheiro para profetizar, é um falso profeta. Disse Paulo: “É soberbo e nada sabe, mas delira acerca de questões e contenda de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens corruptos de entendimento e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho. Aparta-te dos tais” (1Tm 6. 5,6).

3.    Neemias tinha o dever de examinar a profecia recebida. E ele fez! Em primeiro lugar, Neemias estranhou a ordem para fugir. O pastor Russel Shedd diz que “o povo teria perdido a confiança num governador que fugisse. Neemias percebeu que a profecia de Semaías o levaria a praticar atos de covardia e irresponsabilidade, de abandonar seu posto e dar mostra pública de falta de fé; percebeu então, que a mensagem não poderia ter vindo da parte de Deus”. Além do mais, essa profecia o levaria a pecar, como já falamos acima. Nenhum judeu leigo, como Neemias, podia entrar no interior do templo. Ele teria cometido um pecado, que seria digno de morte, e perderia totalmente a sua autoridade que havia sido dada por Deus. Então disse Neemias: “E conheci que não era de Deus quem os enviara, mas essa profecia falou contra mim,...” (Ne 6. 12).

4.    A moça adivinha. Em Atos 16, encontramos a moça adivinha, que saía atrás de Paulo e Silas e os demais irmãos, dizendo: “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo” (At 16. 17). Veja que era uma palavra boa, verdadeira, e de difícil discernimento espiritual. Aqui, não contaria somente a experiencia do apóstolo, nem tampouco havia, algum motivo para ele desconfiar de nada. Foi preciso muitos dias de observação e sobretudo o dom de discernir os espíritos para que Paulo agisse, e ele agiu: “E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em Nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu” (At 16.18). Vejamos bem, a Palavra de Deus diz que Paulo se perturbou. Uma palavra profética da parte de Deus, não perturba ninguém. Paulo foi sábio, esperando por muitos dias para ter certeza, de que se tratava de um mau espírito (Mt 7. 15-20).

II.          A BÍBLIA REVELA A EXISTÊNCIA DOS FALSOS PROFETAS

1.     No Antigo Testamento.

a.     O trágico exemplo relatado em 1Reis 13. Um verdadeiro profeta de Deus que profetizou para o rei Jeroboão, e tudo o que falou se cumpriu, porém, deu ouvidos a um profeta velho, que não falava da parte do Senhor (1Rs 13. 11). O acontecimento da morte desse profeta, nos revela que não devemos desprezar as palavras do Senhor. Também nos fala, que mesmo sendo o profeta velho, ele precisa estar afinado com a palavra de Deus, e não é porque é velho, que pode falar o que bem entender. Aqui pode até revelar um ciúme do profeta velho pelo outro profeta, a assim o fez, para o induzir ao erro, e como consequência desse erro, ser levado a morte.

b.    Nos dia de Jeremias havia falsos profetas, os quais com suas profecias combatiam a palavra que Deus havia enviado a Israel, por meio de Jeremias (Jr 29. 21-23).

c.     Os falsos profetas no tempo de Acabe são confrontados por Micaías, profeta do Senhor (1Rs 22. 5-28, 29,30,34,37).

d.    Nos dias de Jeremias, falsos profetas conseguiram influenciar alguns dos sacerdotes e enganar o povo, por meio deles: “Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; e que fareis no fim disso?” (Jr 5.31). Dessa maneira, o povo se desviava dos caminhos do Senhor, e se recusava a ouvir as verdades anunciadas por Jeremias. Moisés, Jeremias e Ezequiel combateram tenazmente os falsos profetas e seus ensinos heréticos (Dt 13. 1-18; 18.20-22; Jr 23. 11-32; 28,6-17; Ez 13. 1-18). O povo rejeitava as verdadeiras palavras dos profetas do Senhor (Is 30.10), será que hoje é diferente? (2Tm 4. 3).

2.     No Novo Testamento.

a.     Jezabel. “Mas tenho contra ti o tolerares que Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensine e engane os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria” (Ap 2.20). O pastor Shedd diz que Jezabel aqui, se trata de uma referência simbólica a Jezabel, esposa de Acabe, rei de Israel (1Rs 16.31). Diz que ela pressionou o marido a abandonar a Deus e a apoiar o culto a Baal. Usou de meios ilícitos e injustos de extorquir bens materiais para satisfazer os desejos dela. A idolatria e o materialismo eram grandes tentações em Tiatira, um centro comercial. O pastor Warren W. Wiersbe, diz: Note-se que essa falsa profetisa na igreja estava usando seu falso ensino para enganar e seduzir o povo de Deus. Com seus ensinamentos, ela havia dado permissão para o povo pecar, pecado de prostituição e idolatria. Veja o que disse Pedro em sua segunda carta, capítulo 2. Versos 1,2: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade”. O pastor pentecostal John Paul Jackson, em seu livro: Desmascarando o Espirito de Jezabel, diz muitas coisas de suma importância sobre o assunto, das quais quero compartilhar alguns pequenos fragmentos com os amados irmãos.

Embora a expressão “espírito de Jezabel” seja empregada em alguns círculos carismáticos, poucas pessoas entendem de fato como essa força demoníaca opera. O espírito de Jezabel é um poder celestial de influência mundial. Não é simplesmente um demônio que se apossa de um indivíduo. É um poder demoníaco das regiões celestes que transcende as fronteiras geográficas específicas e pode afetar nações inteiras. Em toda região onde penetra, ele se alia aos principados que governam territórios e opera em conjunto com eles.

O espírito de Jezabel opera em conjunto com os principados e potestades que atormentam as pessoas (Ef 6.12). Esses poderes demoníacos incluem espíritos de religiosidade, manipulação, controle, cobiça, perversão e ocultismo. Muitas vezes, eles se associam ao espírito de Jezabel para construir fortalezas nas mentes das pessoas.

Segue o pastor Jackson:

Embora a ilustração bíblica para Jezabel seja voltada para o sexo feminino, este poder demoníaco não infecta apenas mulheres. Homens também operam sob a influência desse espírito. No entanto, para os homens é difícil operar durante muito tempo sob a influência desse espírito porque ele precisa de um espírito de Acabe para sobreviver. Por isso, o espírito de Jezabel geralmente opera por meio de mulheres, que usam a sedução para alcançar seus objetivos. O espírito de Jezabel profana tudo o que toca. Tudo o que é santo torna-se impuro.

 

b.    A Bíblia adverte que nos últimos tempos aparecerão falsos profetas (Mt 24. 11,24). O espírito do anticristo estará então operando grandemente (1Jo 2.18; 4. 2,3), e fará esses falsos profetas operarem sinais e prodígios de mentira, com todo engano e injustiça (2Ts 2.9,10). Somente o dom de discernimento na igreja para livra-la dos tais.

 

III.         DEVEMOS JULGAR AS PROFECIAS

1.    Deus quer a sua Igreja revestida com todos os dons do Espírito Santo.  A igreja em Corinto deve ser o nosso exemplo nesse sentido: Paulo dirigiu-se a ela dizendo que nenhum dom lhe faltava (1Co 1.7). O conselho Bíblico para nós é: “Segui o amor, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar” (1Co 4.1). Vejamos a lista dos dons espirituais a disposição da Igreja do Senhor Jesus na terra, conforme 1Corintios 12. 8-10.

·       Palavra de sabedoria;

·       Palavra da ciência;

·       O dom da fé;

·       Dons de curar;

·       Operação de maravilhas;

·       Profecia;

·       Discernimento de espíritos;

·       Variedade de línguas;

·       Interpretação de línguas.

2.    O despertamento renova os dons. Quando Deus renova o dom de profecia e os dons de variedade de línguas e interpretação, por meio de um despertamento espiritual, então se torna necessário que a igreja esteja bem doutrinada para saber como usar os dons espirituais, e também como se deve julgar as profecias, conforme a Palavra de Deus nos orienta (1Ts 5.19).

O pastor Ciro Sanches Ziborde, escrevendo para o jornal O mensageiro da Paz, número 1623, agosto de 2020, sobre o julgamento das profecias, diz: Não é pecado fazer isso, desde que os critérios empregados sejam bíblicos, e não depreciativos. Julgar profecias não é o mesmo que desprezá-las, e sim provar, examinar, investigar, questionar, analisar e discernir segundo a reta justiça – e não segundo a aparência – o que os profetas dizem (1Ts 5.20, 21. Jo 7.24). Segue ele:

Uma congregação pentecostal instruída conforme a sã doutrina é parte do Corpo, que trabalha em sintonia com a Cabeça; Cristo (Ef 4.14,15; 1Co 2.16; At 13.1-4).

Nenhuma palavra tida como profética está isenta de exame por parte da igreja. Temos o direito e o dever de julgar as profecias, para ver se elas estão de acordo com as Escrituras (At 17.11; Hb 5. 12-14). Não podemos esquecer que a Palavra de Deus está acima de tudo (Sal 138.2). Se as profecias não estiverem em consonância com as Escrituras são consideradas anátema, pois têm o objetivo de conduzir o povo de Deus ao erro. Fujamos das falsas profecias e dos falsos profetas.

Vosso em Cristo.

Pr Daniel Nunes