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quinta-feira, 28 de abril de 2016

CARACTERÍSTICA DE UM VERDADEIRO CRISTÃO


Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1Jo 2.15). Entre outras características de um homem nascido da vontade do Espírito Santo, como: andar como Jesus andou, amar aos irmãos, viver na luz, o despojamento das coisas mundanas está como algo visível diante dos homens. O Salmista se expressou dizendo: “Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Sal 1.1).
Muitos daqueles que dizem conhecer a Jesus hoje em dia, que acham que são cristãos, não conseguem se desvencilhar do mundo. Eles buscam as coisas do mundo da mesma maneira que os corvos procuram por animais mortos. Sabe por que eles fazem isso? Eles ainda não tiveram um verdadeiro conhecimento do sacrifício de Jesus na cruz do calvário. São pessoas que se você falar que eles não conhecem a Deus, chegam até discutirem bem a morte de Jesus teologicamente. Eles também leem a Bíblia. Leem, não para encontrar a Deus, mas para seu bel prazer. Quem sabe como um livro de autoajuda. Todos os dias estão atrás do versículo do dia. Deixaram de seguir o horóscopo, mas tomaram a Palavra de Deus como um amuleto. Pobres pseudos cristãos!
Para esses tais, tanto faz estar no culto, como em uma festa mundana. Tanto faz ouvir “alvo mais que a neve”, ou uma musica que exalta a promiscuidade, sexo livre, amor erótico. Tanto faz estar lendo a Bíblia, como estar em uma página pornográfica na internet. Para eles é a mesma coisa, estar no culto ouvindo a Palavra de Deus, ou estar na roda dos ébrios, sensuais e idólatras. Eles não se importam em beber bebidas embriagantes, estar nos estádios de futebol, onde os palavrões são ditos a cada segundo. Elas não achas nenhum problema em usar aquela blusa decotada mostrando seus seios, ou a saia curta mostrando parte de suas pernas, mesmo que causa sensualidade. Para esses pseudos cristãos, o mundo não é problema. Eles tiram de letra. Eles amam o mundo e tudo o que nele há.
Para àqueles que sabem discernir o sacrifício de Jesus. Que sabem o preço que nosso Senhor pagou por nossa salvação. Que sentem que foram declarados justos pelo Pai. Que sabem o que significa a expressão do profeta Isaias “Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53. 5). Que entendem o que quis dizer Paulo, quando disse: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5.21). Esses podem dizer como disse Paulo: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gal 6. 14).
Faça o teste você mesmo. O amor pelas coisas mundanas ainda está arraigado em teu coração? Você se deleita com cantores mundanos? Tem ídolos terrenos? Bom, você está precisando ter um encontro verdadeiro com Jesus, para que tenhas uma conversão genuína. Faça isso agora mesmo. Confesse os seus pecados pedindo perdão a Deus e Ele é fiel e justo para te perdoar e te dar vida nova. Amém.


Pr Daniel Nunes 

A CAMINHADA ASCENDENTE DO VERDADEIRO CRISTÃO

O homem, após ter tido um encontro verdadeiro com o Senhor Jesus, precisa andar de modo ascendente. A vida cristã é olhando para cima. Pensando nas coisas de cima, como disse Paulo: “Portanto, se já ressuscitaste com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus” (Col 3.1). Todas nossas verdadeiras riquezas, não brotam mais da terra. Não são mais deste mundo, mas do céu. O apostolo dos gentios, após conhecer a Jesus disse: “E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como esterco, para ganhar a Cristo” (Fil 3.8). Que tamanha visão paulina! Não podemos nos prender mais com coisas pequenas, moribundas, e passageiras. Nosso alvo agora são coisas eternas. Nossa visão agora, não mais está no ouro e na prata, mas, na eterna gloria que a nós a de ser revelada. As coisas daqui não nos encantam tanto mais. Como diz o hino 36 da Harpa Cristã: “passarinhos, belas flores, querem me encantar; São vãos terrestres esplendores, mas contemplo o meu lar”. “Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador o Senhor Jesus Cristo” (Fil 3.20). O sábio Salomão escreveu dizendo: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4.18). Assim deve ser nossa caminhada! Não ir apagando e acendendo, mas brilhando cada dia mais. Não somos vagalumes, nem luzes natalinas para vivermos entre luz e trevas, como num pisca-pisca contínuo. Precisamos ir brilhando, brilhando até ser dia perfeito. O dia se torna perfeito as doze horas do dia. Onde o sol está brilhando mais forte. Assim deve ser nossa trajetória. Precisamos ir ao encontro cada vez mais perto do sol da justiça. Assim como se expressou Paulo: “Mas todos nós, com cara descoberta, refletimos como um espelho a gloria do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18). Que imagem é esta que devemos ser transformados para sermos iguais? Devemos ir pouco a pouco, cada vez mais, ficando parecidos com Jesus. O escritor aos Hebreus, nos fala, que Jesus é a expressa imagem de Deus, vejamos isso: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem de sua pessoa,...” (He 1.3a). Filipe pede para Jesus mostrar o Pai para eles. Jesus lhe responde, perguntando: “... Estou a tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai: e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” (Jo 14. 9). Paulo nos fala de aperfeiçoamento da santificação: “Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” (2Co 7.1). Diz-nos ainda: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” (Fil 1.6); “Irmão, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fil 3. 13,14). Nada de voltar atrás. Nada de querer se misturar com o mundo outra vez. Do mundo já saímos e estamos caminhando firmes para o céu. “Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma” (He 10.39). O alvo nobre do cristão, não é ganhar muito dinheiro aqui nesta terra, ser famoso e reconhecido pelas revistas de celebridades. O grande alvo de cada verdadeiro cristão é chegar ao ponto, que disse Paulo: “a estatura completa de Cristo”. O apóstolo João disse assim: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, serremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos” (1Jo 3. 2). Você quer ser cada dia mais parecido com Jesus? Se quiser, então, deixa a Palavra moldar a tua vida a cada dia. Pr Daniel Nunes

terça-feira, 19 de abril de 2016

ABRIGADOS À SOMBRA DO ALTÍSSIMO


"Quão preciosa, é, ó Deus, a tua benignidade, e por isso os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas" (Salmo 36. 7).

Há duas sombras distintas conhecidas na Bíblia, uma é a sombra da morte, e a outra é a sombra do Altíssimo. No Salmo 23. 4 lemos: "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam". Na velha estrada que liga Jerusalém a Jericó, ainda hoje, há uma passagem, onde as rochas impedem da chegada do sol, que ficou conhecida como o vale da sombra de morte. Naquele vale, muitas ovelhas se perderam, indo ou voltando para o aprisco. Davi era acostumado passar por aquele vale. Conhecia como a palma de sua mão, e, em um tom poético, ele usa aquele lugar para dizer, que as ovelhas que tem o Senhor como Pastor, não temem em passar por ali. Isso é espiritual! Quão difícil é passar pelo vale da sombra da morte!
Porém, quero falar sobre à sombra do Altíssimo. O Salmista, no salmo 91.1 declara: "Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará”. Essa sombra não é destruidora, mas, revivificadora. É uma sombra, onde os cansados descansam com segurança. É um lugar, aonde àqueles que vêm de uma caminhada, sob um sol causticante, acham sombra para reconstituir suas forças e continuar na caminhada. As asas do Altíssimo é um lugar seguro para seus filhos. Jesus disse ao povo de Israel: “Quantas vezes eu quis eu ajuntar teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo de suas asas, e não quiseste” (Lc 13.34). Há somente um lugar seguro para crente nos momentos da aflição: A sombra das asas do Altíssimo. É lá, onde encontramos segurança e refugio.
Lembro-me de um historia contada por minha mãe: disse ela que em um dia de tempestade no estado do Paraná, uma tempestade tão grande que derrubou árvores, e até casas que eram feitas de madeira. Após passar a tempestade, havia uma galinha que estava num cantinho, e todos os seus filhotinhos vivos, escondidos embaixo de suas asas. Ah, isso me faz pensar: quantas vezes a tempestade da vida é tão grande, mas oculto à sombra das asas de Deus, a tempestade passa, e nós ficamos são e salvos. Vale a pena confiar no Senhor.


Pr Daniel Nunes

REDE ESPERANÇA- ASSEMBLEIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE

Você pode ouvir, de onde estiver a Radio AD Campina Grande, através da internet. É somente acessar a internet e entrar na página da igreja: www.adcampinagrande.com clicar web-radio, e estarás ouvindo maravilhosos hinos e a mensagem da palavra de Deus. Faça um teste agora mesmo e desfrute do melhor de Deus para a sua vida agora mesmo.
Bom dia na paz do Senhor
Pr Daniel Nunes

quinta-feira, 14 de abril de 2016

NOVA LOGO TIPO DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE/PB E COMEAD-CGPB



Meus caros irmãos, a paz do Senhor. Na última reunião de obreiros, de nossa COMEAD-CGPB, dia 11 de abril, foi apresentada aos obreiros a nova logo tipo de nossa Igreja em Campina Grande e Convenção. Se pode ver os símbolos: A chama de fogo, simbolizando o pentecostalismo esposado por nossa amada Assembleia de Deus, O globo terra, identificando a abrangência de nossa missão como igreja propagadora do evangelho de Jesus Cristo, três figuras de pessoas, representa nossa unidade em Cristo Jesus e a Bíblia Sagrada como base fundamental de tudo. O azul predominante no globo, além de ser a cor mais usada por nossa denominação ao longo de sua história, ainda nos fala da certeza de um dia morarmos no céu.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

terça-feira, 22 de março de 2016

PÁSCOA, CONTEXTO HISTÓRICO E APLICAÇÃO PARA A IGREJA DO SENHOR.


Lc 2. 39,42; 1Co 5. 7,8

Desde que Israel saiu do Egito, cerca de 1445 a.C. que eles celebram a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada da sexta feira santa).
Após os descendentes de Abraão passar 430 anos de servidão no Egito, Deus os liberta da escravidão. Para isso Ele levanta Moisés como grande líder e libertador do seu povo (Ex 3 e 4). Moisés, enviado por Deus, vai diante de Faraó e pede que ele deixe o povo de Deus sair: “... Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto” (Ex 5. 1). Faraó não deixa o povo sair, então Deus começa a enviar pragas sobre o Egito. Ele envia as primeiras nove pragas:
1.     1ª) As águas se tornam em sangue (Ex 7.19-21);
2.     2ª) A praga das rãs (Ex 8. 5,6);
3.     3ª) A praga de piolhos (Ex 8.16,17);
4.     4ª) A praga das moscas (Ex 8. 24);
5.     5ª) A praga da peste nos animais (Ex 9.6);
6.     6ª) A praga das úlceras (Ex 9. 8-10);
7.     7ª) A praga da saraiva (Ex 9. 23-25);
8.     8ª) A praga dos gafanhotos (Ex 10. 12-15);
9.     9ª) A praga das trevas (Ex 10. 22,23).

No decorrer dessas nove pragas, Faraó concordava que o povo saísse, mas logo voltava atrás, assim que a praga era interrompida. Foi ai que Deus resolve mandar a décima e última praga: a morte dos primogênitos. Como o povo hebreu estavam também misturado no Egito, Deus manda que uma marca fosse colocada nas portas da casa do povo de Israel. Eles deveriam matar um cordeiro macho de um ano, sem defeitos, e passar do sangue do cordeiro, nas vergas e nas ombreiras das portas. Isso seria realizado ao entardecer do dia 14 do mês de abibe (entre o dia 15 de março de 15 de abril de nosso calendário), (Ex 12. 1-7). Porque o destruidor iria passar, e, quando ele passasse naquela terra, vendo o sangue, ele passaria “por cima”. Dai o termo Páscoa, em hebraico “pesah”, que significa “pular além da marca”, “passar por cima”, ou “poupar”. Assim pelo sangue do cordeiro morto, os filhos de Israel foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos naquela fatídica noite no Egito (Ex 12.12,13,28-30).
Tudo isso era apenas figura do grande acontecimento que viria, cerca de 1500 anos após, a vinda do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).
A partir daquela data, os judeus celebrariam a Páscoa todos os anos, obedecendo às instruções divinas, de que aquela celebração seria “estatuto perpétuo” (Ex 12.14,24-28). Apenas o primeiro sacrifício foi Eficaz, os demais foram comemorativos (Dt 16.1-6). Há várias referencias a comemoração da Páscoa no Antigo Testamento:
1.     Ezequias celebrou uma grande páscoa (2Cr 30. 1-20);
2.     Josias celebrou a maior Páscoa de todos os tempos (2Cr 35. 1.19);
3.     Esdras celebrou também a pascoa com os que voltaram do cativeiro (Ed 6.19-22).
No Novo Testamento os judeus continuavam a celebrar a Páscoa:
1.     Os pais de Jesus o levaram para Jerusalém, quando ele tinha doze anos, por ocasião da desta da Páscoa (Lc 2.41-50);
2.     Jesus também ia a Jerusalém para participar da Páscoa (Jo 2.13);
3.     A última ceia que Jesus participou com seus discípulos em Jerusalém, pouco antes da cruz, foi uma refeição da Páscoa (Mt 26. 1,2,17-29).
4.     O próprio Cristo foi crucificado na Páscoa, como o Cordeiro pascoal (1Co 5.7).

A PÁSCOA E JESUS CRISTO

Para nós cristãos, a Páscoa é rica em simbolismo profético, pois aponta para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, nosso Senhor Jesus Cristo.
O Novo Testamento nos ensina claramente, que as festas judaicas “são sombras das coisas futuras” (Cl 2.16,17; Hb 10.1). ou seja, a Páscoa judaica apontava para a redenção do sangue de Jesus Cristo. Veremos os símbolos de Êxodo 12, que nos fazem lembrar o nosso Salvador Jesus e de seus propósitos conosco.
1.      Podemos dizer que o cerne, o âmago do evento da Páscoa era revelar a graça salvadora de Deus. Deus não tirou os israelitas do Egito, porque era um povo merecedor, mas pelo grande amor e fidelidade de Deus ao seu concerto (Dt 7.7-10). Assim, a salvação que recebemos de Cristo, nos vem através da maravilhosa graça de Deus (Ef 2.8-10; Tt 2,11; 3. 4,5);
2.     O propósito do sangue do cordeiro aplicado à porta, era salvar os primogênitos da morte; esse fato prenuncia o derramamento do sangue de Jesus Cristo na cruz, a fim de nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (Hb 9. 11-14,22; 1Pe 1.18,19);
3.     O Cordeiro pascoal era um “sacrifício” (Ex 12.27) a servir de substituto da morte do primogênito; Isso nos faz lembrar o carneiro que morreu no lugar de Isaque (Gn 22. 13); isto prenuncia a morte de Cristo em substituição à morte do crente. Por isso mesmo, Paulo o chama de nosso Cordeiro pascoal (1Co 5.7). Em Romanos 3.25, Paulo escreve dizendo: “Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a usa justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos sob sua paciência”. O Novo Testamento enfatiza várias verdades no tocante à morte de Cristo em prol da humanidade:
a.     Foi um sacrifício. Quer dizer, uma oferenda do seu sangue, de sua vida (1Co 5.7; Ef 5.2);
b.     Foi vicária. Isto é, ele não morreu para seu próprio bem, mas, para o bem dos outros (Rm 5.8; 8.32; Mc 10.45);
c.      Foi substituinte. Cristo padeceu a morte como penalidade do nosso pecado, como nosso substituto (1Co 5.21). Como pecadores, merecíamos a morte (Rm 6.23; Ez 18.4);
d.     Foi propiciatória. A morte de Cristo satisfez a lei justa de Deus, bem como a ordem moral divina. A morte de Cristo removeu a ira de Deus contra o pecador arrependido. A integridade de Deus, exigia que o pecado fosse castigado e que fosse feito a propiciação junto a Ele, em nosso favor. Pela propiciação no sangue de Cristo, a santidade de Deus permaneceu imaculada e Ele pôde manifestar, com justiça, a sua graça e amor na salvação (Rm 3.24,25). Deus, através de Cristo reconciliou consigo mesmo o mundo (2Co 5.19; Jo 3.16; Rm 5.8; 1Jo 2.2);
e.     Foi expiatória. Um sacrifício para fazer expiação ou reparação pelo pecado. Como expiação, o sacrifício visa a remição da culpa. Pela morte de Cristo, foram anulados a culpa e o poder do pecado, que fazem separação entre Deus e o crente (Is 59.2).
f.       Foi eficaz. A morte de Cristo tem em si o poder de produzir o efeito cabal necessário da redenção, quando esta é buscada pela fé (Hb 4.2; 10.12-18).
g.     Foi vitoriosa. Na cruz, cristo triunfou sobre o poder do pecado, de satanás e de suas hostes demoníacas que mantinha os ser humano no cativeiro (Rm 8.3; Cl 2.14,15).

4.     O cordeiro macho separado para a morte tinha de ser “sem mácula” (Ex 12.5). Fala da impecabilidade de Cristo, o perfeito filho de Deus (Jo 8.44; Hb 4.15);
5.     Alimentar-se do cordeiro representava a identificação dos israelitas com a morte do cordeiro, morte esta que os salvou da morte física (1Co 10.16,17; 11.24-26); Assim como na Páscoa, somente o sacrifício inicial, a morte de Jesus na cruz, foi um sacrifício eficaz. A santa Ceia é um memorial (1Co 11.24).
6.     A aspersão do sangue nas vergas das portas era efetuada com fé obediente (Ex 12.28; He 11.28). A salvação mediante o sangue de Jesus Cristo se obtém somente através da “obediência da fé” (Rm 1.5; 16.26).
7.     O Cordeiro da Páscoa devia ser comido juntamente com pães asmos (Ex 12.8). Quer dizer, sem fermento, pois na Bíblia fermento representa o pecado e corrupção (Ex 13.7; Mt 16.6). Representam aqui a separação do crente redimido do Egito/mundo (Gal 6.4; Tg 4.4; 1Jo 2.15).


Portanto, Cristo é nossa verdadeira Páscoa. Não precisamos da Páscoa de ovos de chocolates e de coelhos, pois, nosso Cordeiro já foi sacrificado com muita eficácia por nós. Amém.