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terça-feira, 17 de novembro de 2020

O QUE FAZER EM TEMPO DE CRISE?

ISAIAS 45.22; SALMO 11.3; PV 18.10

 O QUE É DE FATO UMA CRISE?

 Segundo os mais variados dicionários da língua portuguesa, crise é:

1.     Alteração no desenvolvimento normal de algo: Alteração, desequilíbrio, instabilidade, vacilação, incerteza, queda, colapso, declínio, decadência, decrescimento, recessão, estagnação, paralização.

2.     Situação de tensão: Conflito, tensão, perturbação, transtorno, atrapalhação, confusão, comoção, conflagração, disputa, contenda.

3.     Desequilíbrio emocional ou nervoso súbito: Ataque, acesso, acometimento, insulto.

4.     Falta ou escassez de algo. Falta, escassez, carência, ausência, deficiência, exiguidade, míngua, inópia.

5.     Situação difícil. Dificuldade, adversidade, aperto, apuro, perigo, problema, emergência, vicissitude, agrura, embaraço, prova, provação.

 VIVEMOS HOJE GRANDES CRISES

a.     Crise moral (Rm 1.24-32);

b.  Crise ética (Is 5.20). A ética nos diz o que é certo ou errado. Porém, com a chegada da pós-modernidade, e segundo os seus defensores, já não existe o certo ou errado, nem há verdade absoluta; tudo é relativo. No entanto, a Palavra de Deus continua firme e verdadeira. Ela permanece sendo um farol que brilha em meio a escuridão das trevas do pecado do relativismo e da inconsistência da pós-modernidade.

c.     Crise social (Sal 11.3; Is 10.1,2; Hc 1. 4);

d.     Crise de verdade (Jr 9. 3);

e.     Crise Confiança (Jr 9.4);

f.       Crise de Amor (Mt 24.12);

g.     Crise de Fé (Lc 18.8);

h.     Crise de perdão (Ef 4.32);

i.       Crise de comunhão (Fil 2.1);

j.       Crise de oração (Ef 6.18);

k.      Crise de firmeza (Ef 6.13; Hb 12.12,13);

l.       Crise de companheirismo (Sal 119.63; Rm 16.7; Ap 1.9).

m.   Crise espiritual:

a.          Houve crise espiritual após a morte de Josué e dos anciãos de Israel (Jz 2. 7-12; At 20. 29,30; 2Tm 3.5; 1Tm 4. 2; Jd 12);

b.     Também havia crise espiritual pela falta de visões de Deus aos sacerdotes (1Sm 3.1). “... Não havia visão manifesta”. (Ler Salmo 74.9; Ap 3.17,18).

n.     Crise teológica (Col 2.8; 1Tm 4.1; 2TM 4.3,4);

 

I.           O QUE FAZER EM MEIO A CRISE?

a.     Devemos buscar a Deus em oração e vigilância (2Cr 7.14; Ne 4. 7-9; Fl 6.4 );

b.     Olhar firmemente para Jesus (Is 45.22; He 12.2);

c.      Não nos conformarmos com esse mundo (Rm 12.2);

d.     Correr para os braços do Senhor (Pv 18.10;1Pe 5.7);

e.     Procurar ouvir a voz de Deus (1Sm 3. 9-11,19,20).

Pr Daniel Nunes

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Há um ribeiro que passa pertinho de você

 


Bendito o varão que confia no Senhor. Porque será como árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e, no ano de sequidão, não se afadiga nem deixa de dar fruto” (Jr 17.7,8).

Tenho pregado nesses dias sobre a importância das raízes para a árvore, fazendo assim uma analogia sobre as raízes que provem de Cristo para o crente. Paulo disse: “Arraigados e edificados nele...”. São as raízes que dão sustentação à planta. Não há fruto sem as raízes. Na verdade, as raízes são as canalizadoras de vida para a plantação, pois, através delas, qual condutos, passa as vitaminas, proteínas e sais que provem da terra, transformando tudo isso em seiva, que qual sangue, que corre nas veias dos seres vivos animados, corre, através das raízes, nos seres  vivos inanimados.

O profeta Jeremias, ao falar para Judá, ele mostra a diferença, de quem confia no homem e daquele que confia no Senhor. O que confia no homem, é semelhante a “tamargueira no deserto e não sentirá quando vem o bem; antes morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e inabitável” (Jr 17. 6). Vejam bem: mesmo sendo a tamargueira, uma planta resistente, porém, sem as bençãos de Deus, ela secará, não produzira fruto algum, e quando chegar o bem, ela já morreu, por isso mesmo, não sentira, quando esse bem chegar. Assim é o que confia em suas riquezas, na força do seu braço, na sua saúde, no seus títulos, seus diplomas, em amigos, etc.

Por outro lado, os que confiam no Senhor, são comparados a “árvore plantada junto às águas, que estende suas raízes para o ribeiro e não receia quando vem o calor...”. No salmo primeiro, o Salmista fez também menção do homem que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, comparando-o com uma árvore plantada junto as correntes de águas, e que dá o seu fruto na estação própria, e terá prosperidade em todo seu trabalho.

Para nós os crentes, esse ribeiro de águas frescas e nutritivas é o Senhor Jesus, que através do Espírito Santo brota no interior de cada um de nós, não nos deixando assim, nem secos nem infrutíferos. Como nos ensinou Paulo: “Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra e crescendo no conhecimento de Deus” (Col 1.10).

Não há razão para não produzirmos frutos para o reino de Deus, pois, o tronco é Cristo, e o agricultor é o nosso Deus e Pai. Portanto, deixando que nossas raízes repousem em Cristo através de sua Palavra, da oração e louvor, não recearemos quando venha o calor das lutas e provações. Permaneceremos verdes, quer dizer, bem vivos e saudáveis na casa do Senhor, sem nos afadigarmos nem deixarmos de dar frutos para a gloria de Deus.

Vosso em Cristo

Pr Daniel Nunes